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Líderes europeus falam em ataque à democracia, Bélgica diz que é “o dia mais negro após a II Guerra Mundial”

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Os responsáveis políticos dos diversos países têm estado a usar a rede social Twitter para enviarem as primeiras mensagens de condolências pelas explosões desta terça-feira em Bruxelas

“Expresso as minhas condolências e solidariedade aos belgas, ao Governo e à cidade de Bruxelas por este atentado”, referiu o primeiro-ministro português numa primeira mensagem, que publicou no Twitter, sobre as explosões que esta terça-feira causaram inúmeros mortos e feridos em Bruxelas.

"O terrorismo não conseguirá derrotar-nos. A união dos democratas da União Eiropeia está e estará sempre acima da barbárie e da falta de sensatez", escreveu o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy.

Por seu turno, o primeiro-ministro grego Alexis Stripas declarou: “Expressamos a nossa solidariedade para com o povo da Bélgica. Medo, ódio religioso e racismo não devem vencer na Europa”.

O chefe de gabinete de Angela Merkel recorreu à mesma rede social para declarar "toda a solidariedade" não só a Bruxelas e à Bélgica como a toda a Europa. Peter Altmaier escreveu que "os terroristas nunca vão ganhar", acrescentando que "os valores europeus são muito mais fortes do que o ódio, o terror e a violência!".

Também o primeiro-ministro sueco qualificou o sucedido como “um ataque à Europa democrática”.

Entretanto, Bart de Wever, o número dois do Governo belga, disse que “este é o dia mais negro na história do nosso país após a II Guerra Mundial”.