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Mais de 500 convidados, duas mil rosas e o rei de Espanha na tomada de posse de Marcelo

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Rei de Espanha em Lisboa

Getty

Visita à cidade do Porto, na próxima sexta-feira, encerra o programa das cerimónias de tomada de posse do novo Presidente da República

O rei de Espanha, Felipe VI, estará presente na tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa como novo Presidente da República de Portugal, esta quarta-feira, anunciou a Casa Real espanhola. A Casa do Rei de Espanha e a embaixada de Espanha em Portugal remeteram para terça-feira mais pormenores sobre o programa de Felipe VI em Portugal.

Além de Felipe VI, que realiza assim a sua segunda visita a Portugal (a última foi a 7 de julho de 2014), também vai estar na tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa como 19.º Presidente da República de Portugal o chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi.

O presidente da Comissão Europeia, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, é outra personalidade internacional já confirmada para a ocasião em que o antigo presidente do PSD e comentador televisivo vai jurar cumprir a Constituição da República Portuguesa - o original de 1976 -, perante 550 convidados no parlamento decorado com 2.000 rosas das cores da bandeira nacional.

Uma visita à cidade do Porto, na próxima sexta-feira, encerra o programa das cerimónias de tomada de posse do Presidente da República, que sucede a Cavaco Silva.

O dia da posse do futuro Presidente da República começará às 9h no parlamento, em Lisboa, e terminará cerca de 12 horas depois com um concerto para jovens, com o hino nacional cantado pela fadista Mariza.

Em São Bento, numa cerimónia idêntica à de há 10 anos - quando Cavaco Silva substituiu Jorge Sampaio -, prevê-se que o Presidente da República cessante faça a sua última revista às tropas, e intervenções do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, e de Marcelo Rebelo de Sousa, já depois da cerimónia de juramento.

Marcelo Rebelo de Sousa, 67 anos, professor universitário de Direito, venceu as eleições de 24 de janeiro com 52% dos votos, tornando-se o quinto Presidente da República eleito desde o 25 de Abril de 1974, numas eleições em que se registou uma abstenção de 51%.