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Malawi. Sete pessoas queimadas vivas acusadas de bruxaria

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O homicídio em grupo aconteceu depois de os habitantes terem descoberto que as sete pessoas tinham na sua posse ossos humanos. Ataques do género são frequentes no país

Sete pessoas foram esta terça-feira queimadas vivas no Malawi, acusadas de bruxaria. As vítimas foram assassinadas por um grupo de habitantes de Nsanje, uma aldeia situada no sul do país, segundo fontes policiais, citadas pela agência EFE.

O homicídio em grupo aconteceu depois de os habitantes terem descoberto que as sete pessoas tinham na sua posse ossos humanos.

Os cadáveres foram transportados para o Hospital de Nsanje, disse fonte policial ao jornal “Daily Times”.

No mês passado, quatro idosos foram queimados vivos em Neno, outro distrito do sul do Malawi, também acusados de bruxaria. Os ataques a albinos acusados de feitiçaria também têm sido frequentes no país. A Amnistia Internacional já apelou ao governo do Malawi para investigar os casos e punir os responsáveis pelos crimes.