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Curdos resgatam adolescente sueca mantida em cativeiro pelo Estado Islâmico

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PROPAGANDA. Um combatente do autoproclamado Estado Islâmico agita uma bandeira em Mossul, em 2014 FOTO REUTERS

reuters

Em comunicado, curdos do Iraque dizem que Marlin Stivani Nivarlain “foi enganada por um militante” do autoproclamado Estado Islâmico na Suécia. que a convenceu a viajar para a Síria e mais tarde para Mossul, no Iraque

Uma equipa de forças especiais curdas resgatou esta madrugada uma adolescente sueca de 16 anos de um campo do autoproclamado Estado Islâmico (Daesh) no norte do Iraque.

A informação foi avançada pelas autoridades curdas regionais, que em comunicado explicam que a jovem natural de Boras, uma cidade a 405 quilómetros de Estocolmo, a capital sueca, foi "enganada por um militante na Suécia, que a convenceu a ir para a Síria e depois para Mossul", no Iraque. Foi perto dessa cidade, refere o comunicado do Conselho de Segurança da Região do Curdistão, que Marlin Stivani Nivarlain foi resgatada. No documento não é, contudo, referido por quanto tempo a jovem esteve sob cativeiro do Daesh.

Membros da família de Nivarlain, juntamente com as autoridades suecas, tinham pedido ajuda aos curdos do Iraque para que trouxessem a jovem de volta em segurança. "Ela está atualmente no Curdistão [autónomo do Iraque] e a receber os cuidados necessários como dita a lei internacional", referem os curdos no comunicado citado pela CNN. "Será transferida para as autoridades suecas, para que possa regressar a casa assim que tudo estiver tratado."

Segundo o tabloide britânico "Daily Mail", Nivarlain estava grávida quando fugiu da Suécia em abril de 2015, seguindo o namorado de 19 anos até ao Médio Oriente para ele se juntar ao grupo extremista. Também de acordo com esse jornal, a jovem tinha sido resgatada em outubro por forças curdas, mas voltou a fugir para se juntar ao namorado tendo dado à luz dias depois disso.

Nenhuma destas informações foi confirmada por fonte oficial.