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“É como ter um pesadelo - só que este é real e provavelmente vai destruir as nossas vidas”

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Captura de ecrã

“The Simpsons” entram na corrida presidencial norte-americana, com episódio que esmiúça “falta de bom-senso e de boas maneiras” nestas eleições, sobretudo na luta pela nomeação republicana. Em 1994, a série previu a candidatura presidencial de Donald Trump

Marge acorda de um pesadelo num novo episódio dos "The Simpsons" e grita: "Já não aguento mais! As boas maneiras desapareceram da política. O que é que se passa com estes ding-dongs?", questiona depois de sonhar com episódios reais dos últimos debates republicanos. Quando Lisa, Bart e Maggie, os três filhos de um dos casais mais famosos da televisão norte-americana, entram no quarto para acalmar a mãe, Homer explica o que se passa: "É como ter um pesadelo, só que este é real e provavelmente vai destruir as nossas vidas."

Assim começa o novo episódio da série norte-americana, o primeiro inteiramente dedicado às eleições presidenciais deste ano. Homer, no seu famoso tom otimista, pede à mulher que visualize "outra América, uma em que democratas, republicanos e Donald Trump se deem todos bem". Todos os grandes candidatos dos dois partidos — incluindo Jeb Bush, que este fim-de-semana abandonou a corrida republicana — têm direito a aparições no episódio, que em (quase) tudo corresponde à realidade.

Ainda antes de o novo episódio ter ido para o ar, alguns media norte-americanos já tinham ressaltado que, em 1994, os "Simpsons" previram uma candidatura de Donald Trump às eleições presidenciais, um "pesadelo tornado real" na corrida deste ano.