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Barack Obama promulga novas sanções contra a Coreia do Norte

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© KCNA KCNA / REUTERS

Medidas que atingem a economia de Pyongyang tinham sido aprovadas pelo Congresso norte-americano há uma semana. EUA e Seul simulam transferência rápida de tropas norte-americanas para a península coreana para eventualidade de uma guerra

O Presidente dos Estados Unidos promulgou na madrugada desta sexta-feira sanções alargadas ao regime norte-coreano por causa do seu programa nuclear, semanas depois de Pyongyang ter lançado um míssil de longo alcance. As novas sanções tinham sido aprovadas pelo Congresso norte-americano na semana passada e têm como objetivo limitar o dinheiro necessário para a Coreia do Norte desenvolver ogivas nucleares em miniatura, avança a BBC.

Neste momento, os Estados Unidos e a China, ambos com poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, estão a negociar uma nova resolução de condenação a Pyongyang e a aprovação de novas sanções internacionais ao regime norte-coreano. Pequim já fez saber que poderá apoiar uma resolução contra o antigo aliado, mas alertou que algumas das medidas previstas podem destruir a economia norte-coreana.

As novas sanções surgem numa altura em que a Coreia do Sul ordenou o fim de todos os intercâmbios com o Norte por causa do que a comunidade internacional suspeita ter sido um teste nuclear, suspendendo até o envio de ajuda humanitária para o país vizinho. Na China, as autoridades estão a começar a preparar-se para a eventualidade de uma nova guerra na Península da Coreia.

Na quinta-feira à noite, no âmbito dos exercícios militares conjuntos iniciados na Coreia do Sul esta semana em resposta ao teste de míssil pelo Norte, Seul e Washington simularam a transferência rápida de tropas norte-americanas para o país em caso de guerra, confirmou um representante do Ministério da Defesa sul-coreano à agência Efe.