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Autodenominado Estado Islâmico reivindica atentado em mesquita que matou 60 pessoas

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LOUAI BESHARA / AFP / Getty Images

Numa declaração a circular na comunicação social, o grupo jiadista referiu que dois dos seus membros fizeram detonar os coletes com explosivos e ainda um carro armadilhado próximo da mesquita xiita Sayyida Zeinab, a sul de Damasco. Pelo menos 60 pessoas morreram e 110 ficaram feridas

O grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico (Daesh) reivindicou este domingo a responsabilidade pelos atentados próximos da mesquita xiita de Sayyida Zeinab, a sul de Damasco, que causaram a morte a pelo menos 60 pessoas e ferimentos em mais de 110.

Numa declaração a circular na comunicação social, o grupo jiadista referiu que dois dos seus membros fizeram detonar os coletes com explosivos e ainda um carro armadilhado próximo da mesquita. Foram três explosões que tiveram lugar na mesquita xiita, segundo avança a agência noticiosa oficial síria, Sana. A televisão estatal síria, que também noticiou duas explosões, descreveu-as como atos "terroristas".

A mesquita Sayyida Zeinab - que contém o túmulo de uma neta do profeta Maomé e é particularmente venerada como local de peregrinação pelos muçulmanos xiitas - já foi alvo de outros ataques, incluindo um em fevereiro de 2015, quando dois atentados suicidas mataram quatro pessoas e feriram 13 num posto de controlo perto do santuário.

No mesmo mês, uma explosão num autocarro que transportava peregrinos xiitas libaneses com destino a Sayyida Zeinab matou pelo menos nove pessoas, tendo o atentado sido reivindicado pela Frente Al-Nosra, afiliada da Al-Qaeda.

Notícia atualizada às 17h10