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Ataque na Califórnia: Obama não descarta hipótese de terrorismo

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MICHAEL REYNOLDS / EPA

Tiroteio fez 14 mortos e 21 feridos. Ataque foi perpetrado por um casal. “Não sabemos porque fizeram isto. Não sabemos neste momento a extensão dos seus planos”, diz Obama, que decretou luto nacional

O presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou esta quinta-feira que é possível que o tiroteio registado na cidade de San Bernardino, estado da Califórnia, possa estar relacionado com uma operação terrorista. A Polícia Federal Americana (FBI) também não afasta essa possibilidade, mas apenas existem suspeitas.

“É possível que [o ataque] esteja relacionado com terrorismo. Mas não sabemos. É também possível que esteja relacionado com questões do local de trabalho”, declarou Obama, na presença do conselho de segurança nacional, na sala Oval da Casa Branca.

“Não sabemos porque fizeram isto. Não sabemos neste momento a extensão dos seus planos”, acrescentou o Presidente referindo-se aos autores do ataque, um homem e uma mulher que acabaram por morrer durante os confrontos com a polícia.

O chefe de Estado norte-americano pediu ainda que não sejam feitos julgamentos precipitados antes de as autoridades descobrirem os motivos por trás do ataque que provocou a morte de 14 pessoas e feriu 21, na manhã de quarta-feira (tarde em Lisboa), no Inland Regional Center, um dos 21 centros californianos de apoio a pessoas com doenças mentais.

Obama decretou ainda quatro dias de luto nacional e ordenou que as bandeiras dos Estados Unidos da Casa Branca e de outros edifícios públicos sejam colocadas a meia haste até segunda-feira, em homenagem às vítimas do tiroteio.