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Bruxelas com metro, escolas e museus fechados

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STEPHANIE LECOCQ/EPA

“O que nós receamos é um ataque semelhante ao de Paris, com vários indivíduos que podem lançam vários ataques ao mesmo tempo em múltiplas localizações”, disse o primeiro-ministro belga

Pelo terceiro dia consecutivo as forças de segurança continuam esta segunda-feira a patrulhar as ruas da capital belga, com as autoridades a alertarem que os riscos de atentados terroristas ainda persistem.

Após os 19 raides e 16 detenções ocorridas no final de domingo, soldados continuam a patrulhar as ruas da cidade, enquanto o metro, escolas, museus e muitas lojas e cinemas permanecem encerrados. Apesar de todas as operações, as forças de segurança belgas não conseguiram capturar Salah Abdeslam

O primeiro-ministro, Charles Michel, disse que a cidade de 1,2 milhões de habitantes continuará no quarto nível de alerta (o mais alto), o que significa que ameaça de atentados é “séria e iminente”.

“O que nós receamos é um ataque semelhante ao de Paris, com vários indivíduos que podem lançam vários ataques ao mesmo tempo em múltiplas localizações”, disse o primeiro-ministro belga, Charles Michel.

Um veículo blindado encontra-se parado junto à árvore de natal na Grande Place, a praça central da capital belga.

Muitos funcionários da União Europeia vão trabalhar a partir de casa, ao mesmo tempo que a cidade procura manter alguma normalidade dentro de todos os condicionamentos.

“Para lá do metro e das escolas fechadas, a vida continua em Bruxelas, o setor público está hoje aberto e a funcionar, assim como muitas empresas”, afirmou o ministro do interior, Jan Jambon, em declarações à RTL.