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Sadjo é o quinto jiadista português abatido

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Pertencia ao grupo de Massamá e foi morto num ataque surpresa das tropas sírias

É o quinto jiadista português a morrer na Síria em combate. Chamava se Sadjo Turé, tinha 35 anos e viajou em 2014 para o Califado, juntando-se aos amigos de Massamá (Linha de Sintra), Celso e Edgar Rodrigues da Costa, Nero Saraiva, Fábio Poças e Sandro Monteiro.

Os seis integravam a chamada célula de Leyton, bairro do norte de Londres onde se radicalizaram. Partiram do Reino Unido entre 2012 e 2014 para a Síria, numa rota que passava por Lisboa.

Celso, Edgar e Nero são peças "influentes" na hierarquia da organização terrorista do autodenominado Estado Islâmico (Daesh).

O Expresso confirmou que Sadjo Ture foi baleado pelas tropas sírias fiéis ao Presidente Bashar al-Assad, num ataque surpresa. Acabou por morrer num hospital.

José Parente foi o primeiro jiadista português a perder a vida em nome do Daesh. Fez-se explodir no interior de uma viatura, no Iraque, num ataque suicida no verão de 2014 que fez várias vítimas inocentes. Sandro Monteiro e Mikael Batista foram abatidos pela aviação da coligação em Kobane alguns meses depois. Mais recentemente, foi a vez de Luís Almeida ser morto na Síria, junto à fronteira com o Iraque.

No início do ano, as autoridades tinham emitido um mandado de captura internacional em nome dos seis elementos da célula de Leyton.

O "Diário de Notícias" dá também destaque nesta edição de sexta-feira à morte do português na Síria.