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Atentados de Paris fizeram pelo menos 120 mortos

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CHRISTIAN HARTMANN/REUTERS

A capital francesa, alvo de sete ataques terroristas na noite de sexta-feira para sábado, está literalmente ocupada por forças policiais e militares. Por exemplo, dezenas de forças especiais patrulham a zona da Notre Dame, um dos locais mais emblemáticos de Paris.Na sala de espetáculos Bataclan os terroristas deixaram um cenário de carnificina, registando-se pelo menos 100 mortos

Toda a cidade de Paris está em estado de guerra. As zonas de maior tensão continuam a ser as entre as praças da República e da Bastilha onde ocorreram os principais ataques terroristas.

Os sete atentados da noite de sexta-feira para sábado terão feito cerca de 120 mortos e dezenas de feridos segundo um balanço provisório. O balanço anterior apontava para pelo menos 150 mortos.

No interior da sala de espetáculos Le Bataclan, dois terroristas terão feito uma carnificina. Fontes policiais falaram em cena de apocalipse dentro da sala – com uma centena de mortos, segundo a agência France-Presse.

O procurador de Paris, François Mollins, afirmou esta sexta-feira que até ao momento "foram neutralizados cinco terroristas". As autoridades francesas tinham reportado anteriormente que dois suspeitos tinham sido mortos durante o assalto da polícia à sala do Bataclan, e que um bombista suicida se tinha feito explodir junto ao Estádio de França, ao norte da capital.

Na sequência dos atentados, o chefe de Estado francês decretou o estado de emergência e o encerramento das fronteiras do país. A justiça francesa abriu um inquérito por assassínios relacionados com a ação terrorista.