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Tripulantes já tinham denunciado problemas no motor do avião que caiu

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O avião da Metrojet, operado pela linha aérea russa Kogalymavia, que caiu no Sinai a 31 de outubro, tinha sido fotografado em Antalya em setembro passado

REUTERS

O Presidente russo, Vladimir Putin, mandou um avião de emergência para colaborar nos trabalhos de resgate na península do Sinai, onde caiu um Airbus russo

De acordo com a agência de Novosti, citada pela Lusa, os tripulantes do avião que caiu este sábado, já tinham alertado para a existência de nos motores do aparelho, que estava ao serviço há mais de 18 anos. O alerta foi feito há várias semanas.

O aparelho pertencia à companhia russa MetroJet (Kogalimavia), fundada em 1993, que realiza habitualmente voos ‘charter’. Este aparelho já tinha sido utilizado pela companhia turca Onu Air e, posteriormente, pela libanesa Middle East Airlines.

A agência Lusa diz que o aparelho perdeu o contacto com os radares às 07h14 [hora de Moscovo], 23 minutos depois de levantar voo, quando sobrevoava a cidade cipriota de Larnaca, segundo um porta-voz da Rosaviatsia, a agência estatal da aviação russa.

Avião quase a pique

A Novosti, citada pela Lusa, diz que o avião com destino a São Petesburgo, perdeu altura de forma brusca pouco depois de levantar voo, e logo de seguida, o piloto terá pedido à torre de controle permissão para realizar uma aterragem de emergência no Cairo.

O Presidente russo, Vladimir Putin, já ordenou o envio de um avião de para colaborar nos trabalhos de resgate na península egípcia do Sinai, onde caiu um Airbus com russos a bordo.
“Vladimir Putin encarregou o ministro para as Situações de Emergência, Vladimir Puchkov, o imediato envio de um avião para a zona do desastre”, informou o Kremlin, em comunicado citado pela EFE.

A Lusa diz que Vladimir Putin expressou condolências às vítimas da catástrofe aérea, e ordenou a criação de uma comissão estatal para esclarecer as causas do acidente.