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Internacional

Ex-presidente da maior petrolífera chinesa condenado a 16 anos de prisão

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REUTERS

Um tribunal chinês condenou Jiang Jiemin por receber subornos, abuso de poder e possuir bens de proveniência não identificada

Jiang Jiemin, o ex-presidente da Corporação Nacional de Petróleo, a maior petrolífera chinesa, foi condenado na segunda-feira a 16 anos de prisão por um tribunal da província de Hubei.

Atualmente com 60 anos, Jiemin foi considerado culpado por “receber subornos, possuir uma grande quantidade de bens de proveniência não identificada e abuso de poder como funcionário de uma empresa estatal”, segundo o veredicto do tribunal divulgado pelos media chineses.

O ex-presidente da petrolífera foi detido em 2013, pouco tempo depois de ter iniciado funções na comissão estatal de administração e supervisão de ativos. O tribunal considerou que foi provado que recebeu 1,9 milhões de euros em subornos, entre 2004 e 2013, pela concessão de contratos e promoções de funcionários.

No fim de agosto de 2013, conjuntamente com os seus familiares, possuía bens que excediam as suas fontes legitimas de rendimento, com ativos no valor de 2 milhões de euros, referiu o tribunal. Além da sentença, as autoridades confiscaram-lhe também ativos no valor 140 mil euros.

Jiemin era aliado de Zhou Yongkang, o mais alto responsável chinês até agora apanhado numa operação anticorrupção.