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Onde as borboletas voam junto às cicatrizes do tempo

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Um homem mutilado durante a guerra pode agora cuidar das campas dos seus próprios inimigos? Do que é capaz um comandante para salvar os seus próprios homens de um massacre? Um soldado não foge, mas pode chorar? E o que fazem hoje borboletas esvoaçantes junto aos destroços de outros tempos? Quatro décadas depois de uma guerra sangrenta, há fragmentos de memória que não desaparecem, gravados como cicatrizes na pele de um país. O Expresso apresenta a segunda parte de uma reportagem multimédia sobre a Guiné-Bissau, a primeira colónia à qual Portugal acabaria por reconhecer a independência há quatro décadas

Alfredo Cunha

Alfredo Cunha

Fotos

Fotojornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Edição multimédia

Jornalista

João Roberto

João Roberto

Grafismo vídeo

Motion designer

Maria Romero

Web design

Webdesigner

  • Depois do dia em que os portugueses deixaram de ser senhores dos céus

    Há um homem que espera há quase meio século à beira de um rio que o venham buscar. Por quem espera ele? Há um cão que deu origem a um massacre e alterou o rumo da história. Há uma bala que afinal era uma lança. E houve um dia em que os portugueses deixaram de ser senhores dos céus. A 24 de setembro de 1973, a Guiné-Bissau declarava unilateralmente a independência. Na semana em que passam 42 anos desse acontecimento histórico, o Expresso conta-lhe as histórias que marcaram alguns dos momentos mais importantes da vida do país. É a primeira parte de uma reportagem multimédia sobre a primeira colónia à qual Portugal acabaria por reconhecer a independência