Siga-nos

Perfil

Expresso

Internacional

Fragmentos encontrados na ilha de Reunião não pertencem ao MH370

  • 333

A pesquisa de destroços do voo MH370 em Reunião, ilha francesa situada no oceano Índico, vai ser camcelada

ARNAUD ANDRIEU / EPA

De todos os destroços recolhidos na ilha francesa do Índico, só um é que “provavelmente” pertence ao MH370. As buscas pelo Boeing-777 vão ser suspensas, anunciou um representante do governo francês

A maioria dos destroços encontrados na ilha de Reunião não pertencem ao avião da Malaysia Airlines que desapareceu em março do ano passado. Esta sexta-feira, um representante francês naquela ilha do oceano Índico anunciou que as buscas pelo Boeing-777 vão ser suspensas, caso até segunda-feira não seja encontrado nenhum objeto de importância.

“Nenhum objeto que poderia pertencer a um avião foi encontrado no mar”, declarou o representante francês Dominique Sorain, citado pela AFP.

Também o ministro dos Transportes da Malásia, Liow Tiong Lai, confirmou, citado pelo “The Guardian”, que “a maioria dos destroços não estão relacionados com o MH370 e não são materiais provenientes de um avião”.

Nas últimas duas semanas, na ilha de Reunião, no oceano Índico, foram recolhidos vários destroços mas a maioria “não pertence” nem está de alguma forma “relacionado” com o MH370. Há, no entanto, um fragmento que a Malásia acredita que realmente possa pertencer ao avião desaparecido. Trata-se do fragmento de uma asa, que está confirmado apenas pertencer a um Boeing 777. O único desses aparelhos desaparecido no Índico é o do voo MH370, mas a ligação a este desastre ainda só foi confirmada oficialmente pela Malásia.

Na semana passada, os investigadores malaios assumiram o facto, mas nem os investigadores franceses nem os australianos, que lideram o plano de buscas do aparelho, alinham nessa conclusão.

O Boeing-777 desapareceu a 8 de março do ano passado. Estavam a abordo 239 pessoas, que faziam a viagem entre Kuala Lampur, na Malásia, e Pequim, na China.