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Nome novo, represálias antigas: China censura site da empresa que nasceu para mandar na Google

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PASCAL ROSSIGNOL / Reuters

Nem foi preciso um dia para a censura chinesa atuar. Relações da Google - perdão, da Alphabet - com Pequim permanecem atribuladas

O site da Alphabet, a nova empresa-mãe do grupo Google, foi bloqueado na China menos de 24 horas após a sua criação, segundo a agência France Presse (AFP).

O governo chinês mantém uma vigilância apertada sobre o tráfego online dos seus cidadãos e censura a nível nacional todos os sites da Google, incluindo o Gmail, o Youtube e o Google Maps, tendo a Alphabet sido incluído na lista apesar de a nova página apenas contar com uma mensagem escrita do cofundador e chefe executivo da Google Larry Page.

A grande firewall chinesa impede ainda o acesso a redes sociais como o Facebook e o Twitter, sites de pornografia e versões online de jornais como o norte-americano “New York Times”.

A gigante da internet Google anunciou na segunda-feira uma restruturação inesperada, para melhorar a gestão e colocar os produtos da secção de investigação e desenvolvimento (I&D) sob uma nova designação corporativa - Alphabet.

A Alphabet Inc. substitui assim a Google Inc. como uma entidade de capital aberto, sendo que todas as ações da Google vão automaticamente ser convertidas em ações da Alphabet, com os mesmos direitos.

Como resultado da restruturação, a Google passará a ser uma subsidiária total da empresa Alphabet.

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