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Três guardas prisionais detidos por suspeita de envolvimento na fuga de Guzmán

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Joaquín Guzmán foi ajudado a escapar da prisão através deste túnel

Alex Cruz / EPA

O narcotraficante mexicano fugiu por um túnel e terá tido ajuda no interior da prisão

Um juiz mexicano ordenou a detenção de três guardas prisionais por alegado envolvimento na fuga do narcotraficante mexicano Joaquín Guzmán, o ex-líder do cartel de droga Sinaloa, que escapou de uma prisão de máxima segurança através de um túnel, a 11 de julho.

O juiz disse estar a analisar com mais detalhe as ações de dois guardas prisionais e de um outro homem que acedeu ao centro de vigilância do estabelecimento prisional no momento da fuga do narcotraficante, e que terá prestado depoimentos contraditórios.

Este último suspeito terá dito que entrou no centro de vigilância para perceber por que razão os guardas não tinham atendido o telefone no momento da fuga. O juíz disse ainda não ter provas suficientes para prender outros quatro suspeitos.

Foi a segunda vez que Guzmán, também conhecido como "El Chapo", escapou de uma prisão de máxima segurança, desta feita por um túnel com ar condicionado.

O Presidente mexicano, Peña Nieto, mostrou-se confiante na atuação das forças de segurança que, segundo ele, "possuem a força e a determinação para recapturar este criminoso".