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Autor do atentado em Lyon tem mesmo ligações ao Estado Islâmico

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EMMANUEL FOUDROT / EPA

Ataque fez dois feridos e um morto, cujo cadáver foi encontrado decapitado

O Ministério Público francês confirmou esta terça-feira que o homem que decapitou o seu chefe e tentou fazer explodir uma fábrica de gás perto de Lyon na sexta-feira tinha "motivos terroristas" e ligações ao autodenominado Estado Islâmico.

"O ataque de sexta-feira cometido por Yassin Salhi decorreu de ordens provindas do grupo Estado Islâmico", disse à agência de notícias francesa AFP o responsável do Ministério Público parisiense, Francois Molin, acrescentando que o atentado se enquadrou no género "operação mártir", além de motivos pessoas que levaram Salhi a decapitar o seu chefe. 

Yassin Salhi, 35 anos e pai de três filhos, confessou ter decapitado na passada sexta-feira o seu patrão na fábrica de embalagens onde trabalhava há vários meses e tentado fazer explodir uma fábrica de material químico na localidade de Saint-Quentin-Fallavier, a poucos quilómetros de Lyon, terceira cidade de França. 

Além da vítima decapitada o atentado provocou dois feridos.