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Internacional

Emergência ambiental 'encerrou' Santiago do Chile

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UESLEI MARCELINO/ REUTERS

Os elevados níveis de contaminação do ar forçaram as autoridades locais a decretar, na segunda-feira, o estado de alerta máximo na cidade. Mais de mil fábricas foram encerradas e a circulação rodoviária foi reduzida. Situação está melhor, mas obriga ainda a restrições

A declaração de "emergência ambiental" obrigou ao encerramento temporário de 1.300 fábricas em Santiago, no Chile, cidade com quase sete milhões de habitantes e onde cerca de 680 mil automóveis foram também impedidos de circular. O alerta máximo, decretado em função dos níveis de contaminação, foi entretanto levantado pelas autoridades locais, mas mantêm-se esta terça-feira algumas medidas preventivas.

A situação era já considerada preocupante há alguns dias, dada a ausência de chuva e as temperaturas elevadas sentidas na cidade, agravadas pela sua localização geográfia, "entalada" entre várias montanhas.

Consequência da excessiva poluição, as aulas de educação física foram canceladas em todas as escolas e foi recomendado à população que evitasse a prática de atividades desportivas no exterior.

A "emergência" não afetou, contudo, os preparativos para o jogo de quarta-feira da Copa América, com as equipas do Chile e do Uruguai a manterem os treinos programados.