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Um cérebro gigante para as empresas

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O Expresso, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos, dá a conhecer a “Inteligência Coletiva”, uma plataforma para debater o que pode marcar as empresas portuguesas a curto, médio e longo prazo. Qualquer gestor ou empresário poderá fazer parte desta comunidade

Um cérebro gigante que irá ativar a inteligência das empresas. Uma rede coletiva capaz de ligar os gestores, colocar desafios e acelerar o crescimento. É objetivo da plataforma "Inteligência Coletiva", que o Expresso, a Caixa Geral de Depósitos e a SIC Notícias apresentam para que qualquer empresário possa ouvir, pensar e discutir as opções estratégicas para as empresas portuguesas no curto, médio e longo prazo.

A meta é chegar ao maior número de Pequenas e Médias Empresas (PME) até novembro e pensar o país a cinco anos, articulando as empresas com o Horizonte 2020 — programa-quadro de Investigação e Inovação da Comissão Europeia — e as novas prioridades, sejam elas estratégicas ou de financiamento. Temas como a nova internacionalização e a economia digital, bem como as ideias para sectores como a agricultura e o turismo, entre outros farão parte da discussão.

O que as empresas querem
O projeto será acompanhado por empresários nacionais de referência, economistas e analistas, a par da análise do Expresso sobre cada um dos temas. Em outubro, depois de um trabalho exploratório junto das empresas, começarão a ser publicadas as conclusões do trabalho.

“Inteligência Coletiva” é a continuação de um projeto que começou o ano passado, sob o título “O que as Empresas Querem”. Durante três meses, e recorrendo a inquéritos personalizados, foram avaliadas 6 mil empresas, representativas de um universo de 93 mil PME.

PIB e exportações 2028 vão crescer
Em 2015, o Expresso e a Caixa Geral de Depósitos voltam a avaliar as necessidades estratégicas das empresas, num ano em que o Banco de Portugal aponta para um crescimento de 1,7% do produto interno bruto, com o consumo privado a subir 2,2%. Apesar desta recuperação gradual, em 2017, o nível do PIB deverá situar-se “próximo do observado antes do início da crise financeira internacional”, garante o Banco de Portugal no seu boletim de junho.

A recuperação moderada da procura interna e um crescimento robusto das exportações são alguns dos dados com que as empresas portuguesas poderão contar até 2017.