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Entrepreneur Of The Year

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Mais de 30 anos a eleger os melhores do mundo

Belmiro de Azevedo ganhou a primeira edição portuguesa em 2006

O Prémio da EY arrancou há 31 anos nos Estados Unidos. Hoje acontece em mais de 60 países, de Portugal à Malásia

Rute Barbedo

Ainda Portugal não utilizava a palavra “empreendedor” quando a Lunar Radiaton Corporation, a Allen-Edmonds Shoe, a Plexus e a Ashley Furniture Industries eram distinguidas pela EY como as melhores empreendedoras do ano de 1986. Foi a primeira edição de um prémio que hoje acontece em mais de 60 países, entre os quais Portugal (que terá em 2018 a sua sétima edição), e que tem vindo a “reconhecer os empreendedores mais bem-sucedidos e inovadores do mundo”, de acordo com a consultora.

Muito mudou desde o ano em que Portugal aderiu à então CEE (Comunidade Económica Europeia), em que Ronald Reagan conduzia os destinos da “terra das oportunidades” ou no qual a Kodak perdeu a batalha das fotografias instantâneas para a Polaroid. Mas o Prémio EY Empreendedor do Ano continua à procura do mesmo: “Pensadores frescos”, “negócios dinâmicos”, “visionários” ou “empreendedores sociais que trabalhem nos problemas mais urgentes da sociedade”. “Reconhecemos que o empreendedorismo não é acerca do tamanho, mas sim de um estado de espírito”, analisam os organizadores internacionais do prémio.

O programa chegou, entretanto, a mais de 150 cidades de 60 países e já destacou personalidades como Reid Hoffman e Jeff Weiner, fundadores do LinkedIn; Sergey Brin e Larry Page, da Google; Jeff Bezos, da Amazon; ou Howard Schultz, da cadeia Starbucks. Em Portugal, a primeira edição, em 2006, distinguiu Belmiro de Azevedo, do Grupo Sonae, seguindo-se o reconhecimento do desempenho das empresas Martifer, BA Glass, Grupo Pestana, Nutrinveste e Vision-Box, a vencedora de 2016. Em março de 2018, será apurado o próximo Empreendedor do Ano, estando a fase de candidaturas aberta até ao final deste ano.