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Click Portugal

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Um movimento tecnológico para transformar o país

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A digitalização do setor do retalho vai ser também um dos temas abordados

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Conheça o projeto do Expresso e da Samsung que debate quatro sectores essenciais para a economia: banca, turismo, retalho e saúde

As novas tecnologias oferecem potencialidades nunca antes imaginadas. O Expresso e a Samsung partiram em busca do que vai mudar em quatro setores fulcrais da economia. O projeto Click Portugal centra-se na banca, no retalho, no turismo e na saúde para dar a conhecer as principais tendências e os desafios que se colocam no futuro nestas áreas e o que, na prática, podem significar para si.

De onde virão as inovações? O que vai mudar? Como vão ser as experiências nestes sectores? São algumas das perguntas a que vamos tentar responder em outubro e novembro em diferentes plataformas. Casos, números, dados, informações e opiniões relevantes para conhecer toda a realidade e as previsões mais concretas.

O projeto será marcado pela conferência “O Futuro da Banca”, que se realiza no Hotel Ritz, em Lisboa, a 15 de outubro.

Inovação convergente

A banca é a primeira área em foco. Pilar fundamental do sistema económica e uma das principais preocupações para todos os setores económicos, é um sector que enfrenta grandes desafios. De acordo com um relatório da PWC intitulado “Retail Banking 2020: Evolution or Revolution”, as prioridades para 2020 passam por desenvolver um modelo centrado no cliente. Metas: otimizar a distribuição, simplificar os modelos operacionais e de negócio, ter melhor informação, dar condições à inovação de crescer e apostar nas capacidades que a alimentam e, por último, gerir o risco, as regulações e o capital de forma proativa. 97% dos inquiridos neste estudo pensam que inovação é uma prioridade chave para o crescimento.

Por outro lado, assiste-se a um desejo de ter maior controlo sobre as instituições financeiras locais com recurso à regulação bem como a uma subida do protecionismo e da importância de organismos locais e regionais. Não espanta por isso que 70% dos executivos acreditem ser importante perceber como as tendências macro vão influenciar a banca até 2020.

Os bancos com mais sucesso nesta transição estão a aprender com outras indústrias, como a Adidas ou a Apple. Não é preciso ser dono da totalidade da cadeia de valor. O importante é que se foquem naquilo que os torna distintivos: design de produto, marketing e distribuição. 57% não duvidam do papel que as ferramentas analíticas vão desempenhar. E é um facto que os dispositivos móveis e tecnologias de topo vão ser essenciais neste futuro. Tablets e smartphones serão de uso comum nas agências bancárias (e fora delas), ao passo que quiosques digitais para uso dos clientes e mecanismos de reconhecimento de impressões digitais serão visões habituais.

É a era da “inovação convergente”, como lhe chama a Accenture no “Banking 2020: Capturing emerging opportunities”. As redes sociais são um fator a considerar neste estudo, ao garantir que têm cada vez mais primazia sobre outras formas tradicionais de recomendações e publicidade. Os bancos mais orientados para o digital podem ganhar maior terrenos.

No retalho, no turismo e na saúde, a tecnologia também será um dos fatores essenciais nas profundas mudanças que se vão sentir.