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Carro do Ano 2016

Carro do Ano

Os principais destaques dos SUV/Crossover a concurso no Essilor Carro do Ano 2018

Audi Q5 2.0 TDI S Tronic quattro Sport (190 CV) – 58.640 euros; Citroën C3 Aircross 1.2 PureTech EAT6 SHINE (110 CV) – 22.408 euros; Hyundai Kauai 1.0 TGDi (120 CV) – 21.150 euros; Kia Stonic 1.0 T-GDi TX (120 CV) – 19.501 euros; Mazda CX-5 2.2 SKYACTIV-D 2WD MT Excellence Navi (150 CV) – 40.562 euros; Opel Crossland X 1.2 Turbo Innovation (130 CV) – 21.730 euros; Peugeot 5008 - 1.6 BlueHDi Allure (120 CV) – 35.109 euros; Seat Arona 1.0 TSI FR (115 CV) – 23.126 euros; Škoda Kodiaq - 2.0 TDI Style DSG (150 CV) – 42.719 euros; Volkswagen T-Roc - 1.0 TSI Style (115 CV) – 23.660 euros; Volvo XC6o – D4 Inscription (190 CV) – 60.975 euros

Audi Q5 2.0 TDI S Tronic quattro Sport (190 CV) – 58.640 euros

O novo Audi Q5 é produzido na fábrica no México, em San José Chiapa. Chegou ao mercado nacional no final do mês de janeiro de 2017 com preço base de 50.190 euros (2.0 TDI de 150 CV).

Este SUV da Marca dos quatro anéis procura combinar o desportivismo de um Limousine da Audi com um caráter multifacetado e um interior flexível. Seja na conectividade, eficiência ou sistemas de assistência à condução. Está disponível com faróis em LED ou tecnologia LED Matrix de alta resolução com luzes de viragem dinâmicas.

O novo sistema quattro ultra é constituído por uma embraiagem multidisco que acopla, quando seja necessário, o eixo de transmissão das rodas traseiras. Até aqui é similar ao sistema Haldex que a Audi utiliza em outros modelos. A diferença é que no diferencial traseiro existe uma embraiagem que pode desligar os elementos do diferencial que provocam as maiores perdas por arrastamento, como a roda dentada de maior diâmetro banhada a óleo.

O motor 2.0 TDI com 150 CV (110 kW) tem um binário de 320 Nm. A Audi propõe o novo Q5 em 14 cores exteriores diferentes. Cinco níveis de equipamentos recém-configurados estão disponíveis – as linhas Sport e Design, o pacote desportivo S line, o design selection e o pacote exterior S line.

Peso reduzido: até 90 kg mais leve do que o modelo anterior

A nova geração do Q5 está construída sobre a plataforma MLB EVO. A marca diz que está agora mais silencioso uma vez que o habitáculo está melhor isolado através de janelas dianteiras laminadas. Com um comprimento de 4,66 metros, uma largura de 1,89 metros, uma altura de 1,66 metros e uma distância entre eixos de 2,82 metros, o novo Q5 cresceu em quase todas as suas dimensões em comparação com o modelo anterior. O peso do conjunto foi reduzido: até 90 kg, dependendo do motor.

Se o Q5 estiver equipado com sistema de aquecimento auxiliar, também se pode programar este para aquecer o habitáculo. O banco traseiro do novo Audi Q5 pode estar dividido em três partes e ter regulação longitudinal. Dependendo da posição do banco traseiro, o volume base da bagageira varia de 550 a 610 litros, mais 10 litros do que no modelo anterior. Com o banco traseiro rebatido, este volume cresce para 1.550 litros.

A Audi oferece dois tipos de suspensões como alternativas à de série, que é de molas helicoidais. A suspensão com controlo de amortecimento permite uma maior amplitude entre conforto e dinâmica, que o condutor pode selecionar através do Audi drive select. Com a nova suspensão pneumática adaptativa, o condutor pode variar a altura da carroçaria ao solo em cinco etapas.

O terminal MMI na consola central atua como o elemento de controlo principal. No sistema de infotainment de topo, o sistema de navegação MMI plus com MMI touch e um ecrã de 8,3 polegadas, um touchpad é integrado no botão rotativo. O Audi Q5, como o Q7 e o A4, tem uma função de “assistência personalizada de rota” de autoaprendizagem. Depois de ativar esta função, o sistema de navegação assimila as rotas e destinos que o cliente seleciona regularmente e associa estas informações à posição de estacionamento e à hora do dia.

Citroën C3 Aircross 1.2 PureTech EAT6 SHINE (110 CV) – 22.408 euros

Os preços do novo Citroën C3 Aircross iniciam-se nos 15.900 euros, da versão de entrada

Inspirado no concept car C-Aircross apresentado no Salão de Genebra 2017 e portador de todos os códigos Citroën. A dimensão SUV exprime-se, também, através do sistema Grip Control com Hill Assist Descent, que convida a sair dos pisos de alcatrão.

As suas dimensões são compactas e elevadas (Comprimento: 4,15 m; Largura: 1,76 m; Altura: 1,64 m). Beneficia de uma distância ao solo de 20 mm face ao novo C3, do qual herda a plataforma. Os guarda-lamas alargados e as proteções inferiores integram são elementos visuais que acabam por reforçar o seu lado aventureiro.

Na frente retoma a assinatura gráfica Citroën com óticas de dois patamares. Na zona superior, as luzes diurnas a LED estão ligadas aos chevrons por uma barra dupla cromada e alcançam toda a largura do veículo. As luzes principais situam-se na parte inferior. Na parte traseira, as zonas superiores vincadas acentuam a largura e o carácter musculado SUV.

Dotado do dispositivo de motricidade Grip Control adaptado a condições e a pneus específicos Mud & Snow 16″ ou 17” polegadas, o C3 Aircross permite o Grip Control atuar automaticamente, através modo Standard, ou através da seleção de um outro (Areia, Off-Road, Neve, ESP OFF).

O C3 Aircross conta com motores a gasolina de 3 cilindros PureTech e diesel BlueHDi.

Gasolina: está disponível na sua versão de maior performance com o bloco PureTech 130 CV. O motor PureTech 110 CV de potência é proposto com caixa de velocidades manual, mas também com a transmissão automática de seis velocidades. A entrada na gama faz-se com o motor PureTech 82 de CV.

Diesel: está disponível com os motores BlueHDi 120 CV e BlueHDi 100 CV, ambos com caixa de velocidades manual.

O C3 Aircross dispõe de vários espaços de arrumação. A consola central foi projetada para acomodar um smartphone, numa zona específica, para carregamento sem fios. O porta-luvas iluminado e refrigerado pode guardar uma garrafa de 1,5 litros, tal como as bolsas das portas do condutor e passageiro da frente. O compartimento localizado no painel, do lado do passageiro, serve para guardar pequenos objetos (chaves, canetas, moedas, etc). Os passageiros traseiros beneficiam de armazenamento adicional, nomeadamente no encosto central rebatível, que integra porta copos e dispõe de uma abertura para esquis, permitindo o transporte de objetos longos.

A capacidade da bagageira base é 410 litros, estende-se até aos 520 litros graças ao assento deslizante (na posição máxima para a frente). Conta com uma chapeleira escamoteável que esconde as bagagens, podendo estas ser armazenadas em posição vertical atrás do assento traseiro, nomeadamente no transporte de objetos mais altos. Outra solução engenhosa para a obtenção de um piso plano com as costas dos bancos traseiros rebatidas é a possibilidade da chapeleira móvel poder ser colocada a duas alturas.

A personalização é novamente uma área em que a marca francesa joga forte ao promover 90 combinações de cores. Oito cores de carroçaria, quatro cores diferentes de tejadilho e optar entre quatro packs color. Os clientes podem escolher diferentes jantes, de 16 polegadas ou jantes em alumínio de 16 polegadas ou 17 diamantadas.

Hyundai Kauai 1.0 TGDi (120 CV) – 21.150 euros

O preço de entrada situa-se nos 18.150 euros.

A marca sul-coreana desenvolveu uma plataforma de SUV compacto completamente nova para ir de encontro às expectativas dos clientes europeus.

A Hyundai é o único construtor automóvel a produzir o seu próprio aço para utilizar na construção dos seus veículos, experiência que desenvolveu após anos a trabalhar na indústria naval. O seu comprimento de 4,165 mm e a distância entre eixos de 2,600 mm.

A frente do novo modelo é expressiva, adota a nova identidade de design da Hyundai, a nova grelha em cascata. Os faróis duplos realçam o impacto visual deste novo modelo, com a luzes LED de circulação diurna posicionadas por cima dos faróis LED. O tejadilho de cor diferente e as dez cores exteriores disponíveis oferecem 28 possíveis combinações. As jantes de liga leve são de 18 polegadas.

No seu interior o Kauai poderá ser personalizado a duas cores e caracteriza-se por ter superfícies macias que lhe conferem um toque refinado enquanto alguns elementos pintados de preto reforçam o seu carater mais tecnológico e robusto. A bagageira com 361 litros, os assentos traseiros são rebatíveis (60:40).

O novo SUV tem disponíveis duas motorizações turbo a gasolina: o 1.0 T-GDi com transmissão manual de seis velocidades e 120 CV (88kW) que os técnicos da marca indicam que tem um consumo combinado de 5,4-5,2l/100km, e, ainda, o 1.6 T-GDi com 177 CV (113kW). No caso deste motor podemos ter a transmissão automática com 7 velocidades e dupla embraiagem e tração integral (em opção) que assiste o condutor em qualquer situação com binário de até 50% nas rodas traseiras, por exemplo, na neve, terra e claro nas estradas normais. Todas as versões AWD incluem eixo traseiro multi-link.

A Hyundai irá lançar a próxima geração de motorizações 1.6 diesel para as quais também estarão disponíveis a transmissão manual de seis velocidades ou a 7DCT automática de sete relações.

Pela primeira vez num Hyundai, o head-up display projeta informação diretamente na linha de visão do condutor. Com uma imagem com oito polegadas, permite não só a visibilidade sem esforço durante o dia, mas também o processamento de informação mais rápido enquanto mantém a atenção na estrada.

O sistema infotainment com oito polegadas, opcional, integra funcionalidades de navegação, media e conectividade, suportadas tanto pelo Apple CarPlay como pelo Android Auto. O sistema inclui ainda a subscrição de sete anos de Live Services, que oferecem informação atualizada em tempo real: tempo, transito, radares (onde for legalmente permitido) e pesquisas online por pontos de interesse. Outra novidade é o Display Áudio: os passageiros podem escolher passar o conteúdo dos seus smartphones para o ecrã tátil de sete polegadas através do Apple CarPlay e Android Auto. Está ainda disponível, como opcional, o carregador wireless para smartphones (Qi standard), que permite aos passageiros carregar o telemóvel em viagem.

A lista de sistemas de segurança inclui a Travagem Autónoma de Emergência com deteção de peões, Radar de Angulo Morto, Alerta de Tráfego na Retaguarda do Veículo, Manutenção à Faixa de Rodagem, Alerta de Fadiga do Condutor, Luz de Iluminação em Curva (estática) e Controlo Automático dos Máximos.

Kia Stonic 1.0 T-GDi (120 CV) – 18.301 EX e 19.501 TX

Produto de uma colaboração estreita entre os gabinetes de design da Kia na Europa e na Coreia, o Stonic é produzido na fábrica da marca em Sohari (Coreia). Este novo modelo usufrui da garantia de 7 anos ou 150 000 km.

As dimensões contidas e o centro de gravidade baixo permitem uma carroçaria elegante. As dimensões do carro? Com overhangs curtos à frente e atrás (830 mm e 730 mm, respetivamente), combinados com um capô comprido e uma linha de tejadilho baixa (1520 mm de altura), o espaço de carga é de 352 litros (VDA) com uma bagageira de dois níveis, que permite aumentar ou diminuir o espaço e criar um piso plano com os bancos traseiros rebatidos. Com o piso da bagageira na posição subida, o condutor pode usufruir de uma zona reservada sob o mesmo, para manter os objetos de valor protegidos de olhares indiscretos.

A escolha Stonic no nosso país assenta em quatro níveis de equipamento. O grande ecrã tátil de 7,0 polegadas, localizado no centro do tablier, dá acesso a múltiplas funções de comando no Stonic. O sistema vem preparado de série para o Apple CarPlay (iPhone 5 ou mais recente) e o Android Auto (Android 5.0 Lollipop ou mais recente), oferecendo acesso às funcionalidades de um smartphone e permitindo aos utilizadores aceder às respetivas aplicações e às funções de navegação do Apple Maps ou Google Maps, bem como reproduzir ficheiros de música em viagem. O utilizador pode contar ainda com comandos táteis e por voz “Siri” ou “OK Google”, bem como sistema de navegação (consoante versão). A porta USB na parte dianteira do habitáculo permite aos utilizadores ligar fisicamente e carregar dispositivos móveis. Quando equipado com o sistema de navegação por satélite, o Stonic é fornecido com os Kia Connected Services, desenvolvidos pela TomTom com atualizações de trânsito em tempo real.

Segurança: tecnologias de assistência à condução

O Stonic está disponível com vários dispositivos de segurança e conforto de assistência ao condutor. Assistência à prevenção de colisão frontal com reconhecimento de peões; sistema de deteção do ângulo morto com alerta de perigo de colisão à retaguarda e sistema de aviso de saída da faixa de rodagem. O sistema de assistência à manutenção na faixa de rodagem estará disponível para os clientes que adquirirem um Stonic a partir de meados de 2018. O Stonic conta também com o opcional aviso de atenção do condutor, que alerta o condutor quando este dá mostras de falta de atenção ou sonolência.

O Stonic está equipado com o motor 1.0 T-GDI (turbo com injeção direta de gasolina). Este motor de três cilindros turbo com uma construção leve, oferece uma potência máxima de 120 CV às 6000 rpm e um binário de 172 Nm entre as 1500 e as 4000 rpm. A partir de meados de 2018, estará também disponível uma versão de 100 CV.

Comparativamente com modelos anteriores equipados com o motor T-GDI de 1,0 litros, os motores do Stonic estão equipados com um novo sistema de refrigeração bipartida para o bloco e para as cabeças dos cilindros, assim como uma nova bomba de óleo de alta pressão de dois estágios. Ambas as versões do T-GDI mantêm um coletor de escape integrado, um atuador eletrónico da válvula de descarga (wastegate) e um turbo single-scroll (entrada única) de modo a maximizar a eficiência e a proporcionar um desempenho em estrada mais agradável. O modelo de 120 CV, de acordo com a marca, é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 10,3 segundos para um consumo misto de 5,0 l/100 km. As emissões de CO2 são de 115 g/km (combinado, NEDC).

Mazda CX-5 2.2 SKYACTIV-D 2WD MT Excellence Navi (150 CV) – 40.562 euros

Atualmente comercializado em mais de 120 países, o SUV da marca nipónica representa cerca de um quarto das vendas totais da Mazda a nível global sendo o modelo da marca mais vendido na Europa.

A grelha frontal, o “olhar” rasgado na dianteira, os farolins traseiros, tudo, o CX-5 segue a tendência CX-3, Mazda 6, MX-5, etc. Com 4.550 mm de comprimento, 1.840 mm de largura e 1.680 mm de altura, o novo CX-5 é 10 mm mais longo e 35 mm mais baixo do que o seu antecessor. A distância entre eixos não sofreu alterações.

O coeficiente de atrito aerodinâmico é cerca de 6% mais baixo do que o do modelo atual.

O novo modelo conta com uma bagageira de 506 litros, a Mazda garante que todos os bancos foram revistos de modo a proporcionar aos ocupantes um melhor suporte do corpo, menores níveis de fadiga e um maior conforto.

Dotado da tecnologia SKYACTIV, mecanicamente o novo Mazda CX-5 volta a apostar, entre nós, no bloco turbodiesel 2.2 com dois níveis de potência, 150 e 175 CV. Estão disponíveis transmissões manuais e automáticas, ambas de 6 velocidades e sistemas de tração 2WD ou integral i-ACTIV AWD. Os engenheiros da marca japonesa aumentaram a rigidez torcional da carroçaria na ordem dos 15% face ao modelo anterior, reduzindo o atraso da resposta às solicitações da direção. Também os sistemas de suspensão e travagem foram refinados para melhorar a maneabilidade, estabilidade e conforto.

O G-Vectoring Control (GVC) é um sistema que integra o controlo do motor, transmissão e chassis como forma de reforçar a ligação entre o carro e o condutor, o GVC altera o binário do motor para otimizar a carga (ou peso) aplicada em cada roda.

O MZD Connect é o que liga o CX-5 ao “mundo”! O sistema de conectividade móvel alarga as funções de bordo já disponíveis noutros modelos da marca, como Bluetooth, e-mail, SMS e navegação, oferecendo aos utilizadores novos patamares de conveniência conectada. Com o seu smartphone conectado, via Bluetooth ou USB, os ocupantes podem aceder, através do ecrã de 7 polegadas, em tempo real, ao conjunto de serviços móveis de infotainment Aha, incluindo milhares de estações de rádio online, feeds no Twitter e Facebook, notícias, audiobooks. Desenvolvido pela Bose para o novo Mazda CX-5, um sistema de som premium com 10 altifalantes conta com um amplificador digital de 8 canais para processamento do sinal.

A gama conta com 3 níveis de equipamento: Essence, de entrada na gama numa única versão, Evolve, intermédia já com conteúdos significativos, e Excellence, mais requintada. Podem acrescer, consoante as versões, um ou mais dos seguintes pacotes de conteúdos: Pack High Safety, Pack i-ACTIVSENSE, Pack Navi, Pack Leather, Cruise Pack e TAE (tejadilho de abrir elétrico).

O Mazda CX-5 está à venda a partir dos 33.3101 euros (versão de entrada Mazda CX-5 2.2 SKYACTIV-D (150 CV) 2WD Essence, com pintura sólida).

.Opel Crossland X 1.2 Turbo Innovation (130 CV) – 21.730 euros

O Crossland X adota o formato CUV (Crossover Utility Vehicle).

Pintura a duas cores da carroçaria. Paga sempre classe 1 nas portagens. Dispõe de variados sistemas de tecnologia destinados a facilitar a utilização no dia-a-dia, como os faróis adaptativos integralmente formados por LED, o ‘Head Up Display’ e a câmara traseira panorâmica 180º, a par do sistema de estacionamento automático Advanced Park Assist, do alerta de colisão dianteira iminente com travagem automática de emergência e deteção de peões, do sistema de alerta em caso de cansaço do condutor, do assistente de manutenção de faixa, do reconhecimento de sinais de trânsito e do alerta de ângulo cego. Tal como todos os Opel, o Crossland X dispõe da mais recente geração de sistemas de informação e entretenimento, assegurando conectividade digital com o exterior graças ao Opel OnStar, bem como ao Apple CarPlay e ao Android Auto.

Os bancos da frente são certificados pela agência de especialistas em ergonomia AGR, garantido, de acordo com os técnicos da marca, elevados padrões de conforto.

A capacidade da bagageira é de 410 litros de capacidade (com todos os bancos levantados). Aos passageiros de trás é oferecida a possibilidade de ajustarem os bancos longitudinalmente, avançando-os ou recuando-os 150 mm.

A influência do novo Insígnia e do Astra é bem visível na orientação do tabliê e na forma como se integra com as portas. Condutor e passageiros usufruem de bancos em posição elevada, típicas de SUV. O tabliê e a consola entre os bancos dianteiros estão devidamente enquadradas. O ‘hotspot’ Wi-Fi, integrado no sistema de assistência e apoio em emergência OnStar é de série em todos os Crossland X. À lista de serviços já conhecidos – que inclui resposta automática em caso de acidente, contacto com um operador através de ligação por voz ao centro de operações, localização do veículo, diagnósticos mensais do estado de funcionamento do veículo e operação remota do fecho centralizado, entre muitas outras – o OnStar acrescenta novas funcionalidades como a marcação de hotel ou a procura de parques de estacionamento, mediante o contacto com um operador.

Os faróis possuem tecnologia LED. Funções como ‘luz de curva’, comutação automática ‘médios-máximos’ e nivelamento automático maximizam a iluminação na condução à noite. O ‘Head Up Display’ reduz o risco de distração do condutor ao projetar num pequeno ecrã, situado na linha de visão do condutor, a velocidade, os principais dados de navegação e a sinalização mais relevante naquele troço.

A gama inicia-se com o motor 1.2 a gasolina, com 81 CV de potência. Logo acima surge o 1.2 Turbo com injeção direta de gasolina, proposto em três configurações diferentes. A versão ECOTEC, debita 110 CV e tem acoplada uma caixa de cinco velocidades. Com igual potência, este mesmo motor de três cilindros está disponível com caixa automática de seis velocidades. O 1.2 Turbo debita o binário máximo de 205 Nm logo às 1500 rpm, com 95 por cento desse valor a estar sempre disponível na faixa mais utilizável de rotações, ou seja, até às 3500 rpm. No topo da linha de motores a gasolina está o 1.2 Turbo de 130 CV, com binário máximo de 230 Nm às 1750 rpm e caixa manual de seis velocidades (a unidade a concurso no Essilor Carro do Ano 2018).

Na vertente Diesel, o novo ‘crossover’ da Opel apresenta um leque de três motores à escolha. O turbodiesel 1.6, com 99 CV de potência. Mas o Crossland X 1.6 possui uma versão ECOTEC, com sistema Start/Stop, que emite 93 g/km de CO2 no ciclo misto. Por seu turno, o Diesel mais potente é o 1.6 de 120 CV com binário máximo de 300 Nm.

Peugeot 5008 - 1.6 BlueHDi Allure (120 CV) – 35.109 euros

O SUV de 7 lugares marca francesa chegou ao mercado português em maio de 2017.

O 5008 é um SUV do segmento C que está à venda com 4 níveis de equipamento e 4 motores, 1 a gasolina PureTech e 3 diesel BlueHDi, associados a caixas de 6 velocidades manuais ou automáticas. Destaque para o facto do novo SUV ser classe 1 nas tarifas de portagens.

A plataforma que serve de base a este modelo é a “Efficient Modular Platform” EMP2. A distância entre eixos é de 2,84 m, o que permite-lhe aumentar em 16,5 cm a distância entre eixos relativamente ao 3008, e em 11 cm em relação à anterior geração do 5008. As cotas de habitabilidade são generosas, particularmente para os passageiros da segunda fila, para os quais o espaço para os joelhos aumenta 60 mm. O comprimento total do veículo é de 4,64m. Quando colocamos o 3008 ao lado, o SUV que está a concurso na edição deste ano do Essilor Carro do Ano 2018

O Peugeot 5008 propõe, também de série ou em opção segundo os níveis e o mercado, uma terceira fila de dois bancos suplementares escamoteáveis no piso do porta-bagagens. Este último é constituído por dois flaps articulados que asseguram uma superfície perfeitamente plana quando os bancos estão rebatidos, podendo dobrar-se contra as costas quando estes se encontram levantados. O acesso aos dois lugares da terceira fila é facilitado por um comando próprio situado no alto das costas dos dois bancos laterais da segunda fila.

Sistemas de ajuda à condução em destaque:

Advanced Grip Control com o Hill Assist Descent Control (HADC)

Active Safety Brake (Travagem automática de urgência) e Alerta para Risco de Colisão (Distance Alert), ambos agrupados num pack Safety

Alerta de Transposição Involuntária de Faixa (Active Lane Departure Warning)

Sistema de deteção de fadiga

Assistente automático de máximos

Reconhecimento dos sinais de limite de velocidade

Cruise control adaptativo com função Stop

Sistema ativo de vigilância de ângulo morto

Park Assist

Visio Park (visão a 360°)

A evolução do í-Cockpit que os jurados do Essilor Carro do Ano conhecem do vencedor do ano passado, o Peugeot 3008, é igualmente um dos elementos em destaque no 5008. Sentados em frente ao volante compacto o condutor encontra o touchscreen capacitivo de 8 polegadas colocado como um tablet no painel de instrumentos e o painel de instrumentos digital de alta resolução de 12,3 polegadas. A qualidade gráfica deste último, aliada à estética e aos níveis de animação e de transição entre os modos configuráveis e personalizáveis são apostas da marca também neste modelo. As sete teclas tipo piano (toggles switches) posicionadas no painel de bordo permitem um acesso direto e permanente às principais funções de conforto e segurança: rádio, climatização, navegação, parâmetros do veículo, telefone, aplicações móveis e, finalmente, os alertas.

A gama nacional do 5008 divide-se por 4 níveis de equipamento – (ACTIVE e ALLURE), complementados pelo nível GT LINE e pelo topo de gama GT – com preços que se iniciam nos 32.380 euros.

Seat Arona 1.0 TSI FR (115 CV) – 23.126 euros

A estreia oficial do Seat Arona aconteceu no Salão Internacional do Automóvel de Frankfurt, em setembro de 2017.

O Arona enquadra-se na gama SUV da Seat como o irmão mais pequeno, já que combina as suas dimensões compactas, a pensar na condução citadina, com as suas qualidades de SUV para utilização fora da cidade convidando o condutor a partir à aventura.

Fabricado sobre a plataforma MQB A0. Podemos encontrar sistemas de conforto e infotenimento como o sistema kessy e botão de Start , câmara traseira, ecrã tátil de 8 polegadas, carregador sem fios com amplificador de sinal GSM e som BeatsAudio. O Arona é um veículo conectado graças à inclusão dos sistemas Apple Car Play, Android Auto e Mirror Link.

O SUV da Seat receberá o novo quadro de instrumentos digital, além do Amazon Alexa, em 2018. Paralelamente, terá, também, sistema de voz interativa este ano, pronto a assistir o condutor em viagem.

A distância entre eixos é 2 mm maior do que a do novo Ibiza. A marca espanhola destinou 900 milhões de euros às despesas de investigação e desenvolvimento no novo Ibiza e no Arona. Estes investimentos foram aplicados parcialmente na adaptação da linha de montagem 1 na fábrica de Martorell para receber a nova plataforma MQB A0, o que garantiu que a Seat fosse a primeira marca do Grupo Volkswagen a utilizar esta tecnologia. O Arona é um dos automóveis mais leves do seu segmento. Conta com 4,138 mm de comprimento, 1,780 mm de largura e 1,543 mm de altura.

A capacidade da bagageira é de 400 litros onde encontramos quatro ganchos metálicos para prender uma rede, ou o fundo falso debaixo do piso. Esta superfície garante um fundo plano quando os bancos traseiros são rebatidos.

Tal como o Leon, Ateca e Ibiza, o novo Arona está disponível com os níveis de equipamento Reference, Style e FR & Xcellence. O nível de equipamento FR (a concurso no Essilor Carro do Ano 2018) traz duas afinações de suspensão (normal e sport) com o Perfil de Condução SEAT: Normal, Sport, Eco e Individual. Também inclui travões de disco atrás, jantes de 18 polegadas exclusivas, grelha dianteira e para-choques traseiro especialmente desenhado para o FR, bancos desportivos e tablier negro.

Os motores disponíveis na gama do Seat Arona têm injeção direta, um turbocompressor e incluem elementos como o sistema automático start&stop. Há três motores diferentes a gasolina, todos com blocos de alumínio. Começa no três cilindros, 1.0 TSI 95 CV, que está associado a uma caixa manual de cinco velocidades. Depois, temos este motor numa versão de 115 CV, que traz uma caixa manual de seis velocidades ou a unidade de dupla embraiagem DSG com sete velocidades. Na fase de lançamento serão estas variantes que ficarão disponíveis (1.0 TSI 95 CV, 115 CV manual ou com DSG). A versão de 95 CV pode alcançar uma velocidade máxima de 173 km/h, acelerando dos 0 a 100 km/h em 11.6 segundos (valores de acordo com a marca). Com um binário máximo de 175 Nm, disponível entre as 2,000 rpm e as 3,500 rpm. Quanto às versões de 115 CV, ambas alcançam uma velocidade máxima de 182 km/h, sendo a variante manual ligeiramente mais rápida, cumprindo a aceleração de 0 a 100 km/h em 9.8 segundos, enquanto a unidade com DSG cumpre a mesma marca em 10 segundos. Tal como o de 95 CV, o 1.0 TSI de 115 CV com caixa de dupla embraiagem DSG de 7 velocidades emite 114 g/km. A caixa manual alcança valores ligeiramente melhores, com 113-114 g/km de CO2. O binário máximo nas duas versões de 115 CV alcança os 200 Nm e fica disponível entre as 2,000 e as 3,500 rpm.

Subindo na gama, o terceiro motor a gasolina é o novo 4 cilindros 1.5 TSI EVO 150 CV com tecnologia de desativação automática de cilindros, um bloco exclusivo do nível de equipamento FR e que está associado a uma caixa manual de seis cilindros. As emissões de CO2 de 115 g/km. (Os valores ainda são provisórios para o 1.5 TSI EVO 150 CV)

Quanto às opções Diesel, o 1.6 TDI ficará disponível com 95 e 115 CV. A versão de 95 CV pode ser associada à caixa manual de cinco velocidades ou à DSG de sete velocidades, enquanto a de 115 CV com a de seis velocidades. Por fim, em meados de 2018, o motor 1.0 TSI 90 CV, alimentado com Gás Natural Comprimido (GNC), passará a fazer parte da gama.

Škoda Kodiaq - 2.0 TDI DSG Style (150 CV) – 42.719 euros

O Skoda Kodiaq surge como o primeiro verdadeiro SUV da marca checa. Foi desenvolvido com base na mesma plataforma dos VW Passat e Tiguan, e oferece uma carroçaria de sete lugares. Chegou ao mercado no início de 2017.

O Kodiaq apresenta um comprimento de 4,697 metros, 1,882 metros de largura e 1.676 metros de altura. Já a distância entre eixos é de 2,791 metros. Tem uma das maiores capacidades de bagageira na sua categoria (de 720 até 2.065 litros com os bancos traseiros rebatidos). A versão 4x2 paga Classe 1 nas portagens, desde que utilize Via Verde.

Simply Clever”

O “lema” da Skoda aposta nos detalhes práticos e simples. A abrir as portas do carro surgem proteções para as portas com plástico, para evitar aqueles toques no parque de estacionamento. Outros exemplos, os chapéus de chuva podem ser colocados no interior dos apoios de braços das portas dianteiras, existe um espaço específico para arrumar a chapeleira quando esta não é utilizada.

O novo Skoda Kodiaq disponibiliza tecnologias de conetividade, assistência à condução e proteção. Na lista encontramos o “Area View”, um sistema de ajuda ao estacionamento que utiliza câmaras surround e lentes grande angular na dianteira e traseira, permitindo visualizar imagens a 180 graus da frente e da traseira. Para ajudar a manter a velocidade selecionada e a distância desejada entre veículo que circula à frente, o SUV da Skoda disponibiliza o Adaptive Cruise Control, Lane Assist, Blind Spot Detect e Rear Traffic Alert ajudam o condutor a permanecer na faixa de rodagem e a efetuar uma mudança da faixa de rodagem da forma mais segura. Encontramos, ainda, os sistemas “Driver Alert”, “Crew Protect Assist” e câmara “Travel Assist” com sistema de identificação de sinais de trânsito “Traffic Sign Recognition”. O bloqueio eletrónico do diferencial XDS+ é uma função do controlo eletrónico de estabilidade e está disponível de série em todos os níveis de equipamento. O Driving Mode Select é opcional e permite escolher 3 tipos de configuração pré-definidas: “Normal”, “Eco” e “Sport”. Existe, ainda, o modo Individual que permite uma parametrização personalizada do funcionamento do motor, caixa DSG, direção hidráulica, ar condicionado e amortecimento quando equipado com o Controlo Dinâmico do Chassis.

Sistemas de infotainment

De série está disponível o “Swing”, com um ecrã de 6,5 polegadas, ligação bluetooth e SmartLink. O “Bolero”, com ecrã tátil de 8 polegadas com função de comunicação In-Car (ICC): um microfone grava a voz do condutor e transfere-a para os bancos traseiros através dos altifalantes traseiros. O sistema “Amundsen” conta com uma função de navegação, modo de exibição especial para condução off-road ou para facilitar as manobras em zonas mais estreitas. No topo das propostas está o sistema “Columbus”, que para além de todas as funcionalidades do sistema “Amundsen” recebe uma memória flash de 64gb e uma drive DVD.

O Skoda Kodiaq é proposto com quatro blocos diferentes: dois motores Diesel TDI e motores a gasolina TSI, com cilindradas compreendidas entre 1.4 e 2.0 litros e potências entre os 125 e os 190 CV. Todos os motores têm tecnologia Stop-Start e sistema de recuperação de energia de travagem.

O bloco 2.0 TDI estará disponível em duas versões: 150 CV (a concurso) e 340 Nm; 190 CV e 400 Nm. A média de consumo de combustível – de acordo com a marca - anunciada para o motor 2.0 TDI ronda os 5 litros aos 100 km.

Os motores a gasolina disponíveis são: 1.4 TSI e 2.0 TSI, com a versão de entrada a debitar 125 CV de potência e 200 Nm de binário máximo. Os consumos anunciados são de 6 litros as 100 km. Segue-se a unidade com 150 CV com um binário de 250 Nm e sistema de desativação de cilindros. No topo das propostas a gasolina está o motor 2.0 TSI com 180 CV e 320 Nm.

Nos níveis Active e Ambition o Skoda Kodiaq está equipado com jantes de 17 polegadas de série, no nível Style (versão a concurso ao Essilor Carro do Ano 2018) recebe jantes de 18 polegadas. Como opcional estão disponíveis jantes de 19 polegadas.

Volvo XC6o – D4 Inscription (190 CV) – 60.975 euros

Passaram nove anos sobre o lançamento da primeira geração deste modelo.

A produção teve início na fábrica de Torslanda, em Gotemburgo, no dia em a Volvo Cars celebrava o seu 90º aniversário.

Em Portugal, a nova geração conta no nosso País com 3 motorizações distintas, duas a diesel e uma a gasolina plug-in-hybrid, todas com tração AWD e com caixa automática.

O XC60 também é construído sobre a plataforma SPA (Scalable Product Architecture), estreada no XC90. A sua flexibilidade e modularidade permite que sirva também os S90/V90 e os futuros S60/V60. O nível de equipamento varia entre as versões Momentum, R-Design e Inscription, disponíveis em qualquer uma das motorizações.

O novo XC60 apresenta novos sistemas de segurança. Ao Sistema City Safety foi adicionada uma nova função de assistência à direção. O novo sistema Oncoming Lane Mitigation ajuda a evitar colisões com veículos situados noutras faixas de rodagem enquanto o sistema Volvo Blind Spot Indication System (BLIS), que alerta o condutor para a presença de veículos no chamado ângulo morto, foi também atualizado incluindo agora assistência à direção que ajudará a evitar potenciais colisões recolocando o automóvel na própria faixa de rodagem e fora de perigo. O Sistema Volvo Pilot Assist, sistema de condução semiautónoma que consegue controlar a direção, a aceleração e a travagem, em estradas bem delimitadas em velocidades até 130 km/h, está disponível como opção no novo XC60.

Suspensão a pensar no conforto

Tal como acontece nos 90, o XC60 tem uma nova suspensão dianteira de braços triangulares duplos. Na traseira, à semelhança dos 90, existe um eixo traseiro com link integral, equipado com uma mola de lâminas transversal de baixo peso, fabricada em materiais compósitos e que poupa espaço.

O sistema Sensus e a aplicação Volvo On Call receberam melhoramentos gráficos que reforçam a sua usabilidade. À imagem dos novos 90, a integração do smartphone através dos sistemas CarPlay e Android Auto também está disponível.

Gama de motores em Portugal disponíveis desde o lançamento:

T8 Twin Engine AWD com 407 CV

D4 AWD com 190 CV (motor a concurso).

D5 AWD com 235 CV

O T8 Twin Engine tal como no XC90 oferece níveis de CO2 de 49 g/km e uma autonomia até 45 km no modo PURE (100% elétrico - valores indicados pela Volvo).

Motores a gasolina que chegam em 2018:

T6 AWD com 320 CV

O Volvo XC60 é Classe 1 nas portagens, sem restrições.

Volkswagen T-Roc - 1.0 TSI Style (115 CV) – 23.660 euros

A Volkswagen alargou a sua gama de modelos com um crossover compacto que permite múltiplas opções de personalização. Esta é, aliás, uma tendência da indústria e em particular no segmento SUV/Crossovers. A carroçaria pode ser decorada com um total de 11 cores diferentes, três para o tejadilho e um total de 24 combinações cromáticas; sete diferentes tonalidades para os revestimentos do interior.

O T-Roc é o primeiro SUV da sua gama equipado com instrumentos digitais opcionais como o Active Info Display da última geração; sistemas de assistência à condução (Front Assist e Lane Assist, de série, Traffic Jam Assist, em opção).

Seis motores turbo, tração dianteira e tração total

À semelhança do Tiguan, de maior dimensão, o novo TRoc está equipado com motores sobrealimentados: três blocos a gasolina (TSI) e três blocos Diesel (TDI). Os três níveis de potência são: 115 CV (85 kW), 150 CV (110 kW) e 190 CV (140 kW). As versões de 115 CV são propostas com tração dianteira e caixa manual de velocidades. Em combinação com os motores de 150 CV existe a possibilidade de selecionar tração dianteira, tração total (4MOTION) e transmissão automática de dupla embraiagem DSG de 7 velocidades.

O motor a gasolina mais potente de 150 CV está equipado com a gestão ativa dos cilindros ACT (baseada na desativação automática de dois cilindros). Os dois motores de 190 CV oferecem de série a transmissão de dupla embraiagem DSG de 7 velocidades e o sistema de tração total 4MOTION. Os dois motores TSI de 115 e 190 CV e o TDI de 150 CV, pretendem ser um exemplo de eficiência.

O painel de instrumentos digital Active Info Display e o sistema de infotainment foram desenhados para utilizar a maior quantidade possível de serviços online e app através do smartphone e da Volkswagen Car-Net. Adicionalmente são também incluídos o telefone e a mediateca. Ambas as funções não só podem ser indicadas e controladas através do sistema de infotainment, como também através do Active Info Display.

Os sistemas de infotainment de 8,0 polegadas podem ampliar-se com a App Connect (que integra MirrorLink, Apple CarPlay e Android Auto da Google). Além disso, a Volkswagen oferece para o novo T-Roc o pacote de serviços “Security & Service” (de série no Sport) que auxilia o condutor nas mais diversas situações. Algumas das funções mais importantes são o serviço de chamada de emergência (Emergency Call), o aviso automático de acidente (Service Automatic Accident Notification) e a chamada de assistência (Breakdown Call). Em combinação com o Discover Media e através do “Guide & Inform” (de série no Style) existe a possibilidade de utilizar diversos serviços online (Online POI Search) como, por exemplo, “Importar destinos online”, “Estações de Serviço” (localização e preços), “Notícias”, “Estacionamentos” (local, disponibilidade e preços), “Meteorologia” e “Informação online de trânsito”.

O modelo crossover tem um comprimento de 4.234 mm (252 mm menos que o Tiguan) e uma distância entre eixos de 2.590 mm. A largura é de 1.819 mm (sem espelhos retrovisores) e a altura de 1.573 mm (4MOTION: 1.572 mm). Se os cinco lugares estão ocupados, a volumetria da bagageira carregada até ao bordo superior das costas do banco traseiro, é de 445 litros, podendo a capacidade de carga aumentar até 1.290 litros.

Todas as versões do T-Roc são equipadas de série com os seguintes sistemas: travões multicolisão, assistente de aviso de saída da faixa de rodagem Lane Assist e sistema Front Assist com sistema de deteção de peões e função de travagem de emergência em cidade. O T-Roc Style oferece também, de um modo geral, o sistema de deteção de fadiga.

A aposta no motor 1.0 TSI

O VW T-Roc mais acessível custa 23.275 euros. A versão de entrada recorre ao bloco 1.0 TSI. O motor base é um propulsor de 3 cilindros com uma cilindrada de 999 cm3 e que debita uma potência de 115 CV (85 kW) entre as 5.000 e as 5.500 rpm e um binário máximo de 200 Nm entre as 2.000 e as 3.000 rpm. De acordo com os valores indicados pela marca alemã, o T-Roc 1.0 TSI acelera dos 0-100 km/h em 10,1 segundos e atinge uma velocidade máxima de 187 km/h com tração dianteira. O consumo combinado é de 5,1 l/100 km. O depósito de combustível tem uma capacidade de 50 litros.