O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, prometeu punir os "indignados" que causaram distúrbios em Roma depois da manifestação, que começou por ser pacífica, ter transformado as ruas da cidade num campo de batalha.
Berlusconi considerou a violência registada em Roma no sábado um "sinal preocupante" e garantiu que os manifestantes envolvidos nos incidentes "serão encontrados e punidos".
A polícia de choque envolveu-se no centro de Roma em confrontos com alguns dos manifestantes que participaram na jornada global de protesto contra os banqueiros e os políticos.
A intervenção da polícia, que recorreu a gás lacrimogéneo e canhões de água, seguiu-se a incidentes com um grupo que partiu montras de lojas, incendiou carros e lançou "cocktails molotov" contra as forças de ordem.
Na sequência dos incidentes, pelo menos 70 pessoas ficaram feridas.