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Incêndio na Av. da República só causou danos materiais

Fogo num prédio na Av. da República, em Lisboa, já foi extinto pelos bombeiros e ninguém ficou ferido entre a meia centena de habitantes.
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Fotografia tirada por uma testemunha no local
Fotografia tirada por uma testemunha no local / João Lopes

Os bombeiros do Regimento de Sapadores de Lisboa deram como extinto, por volta das 20h, o incêndio no nr. 17, ao lado da pastelaria Versailles, na Avenida da República, em Lisboa. Não houve feridos. A Residencial Saldanha, que funciona no efifício afetado, mantém-se em laboração normal.

"A situação está resolvida, o fogo já está extinto, estamos na fase final do rescaldo. Os trabalhos estão praticamente terminados e, de seguida, vamos fazer uma avaliação com os proprietários, ou os ocupantes, para ver quais os estragos e as necessidades que têm, juntamente com a Proteção Civil", disse à imprensa o subchefe principal Rodrigues.

A estrutura do telhado do número 17 ficou "completamente danificada porque houve necessidade de retirar as telhas para apagar o fogo que se propagou ao madeiramento da estrutura da cobertura" e há "alguns compartimentos a céu aberto", precisou.

Ninguém precisou de ser transportado ao hospital


Não se registaram feridos, apenas uma senhora idosa foi assistida por uma ambulância do INEM no local, por inalação de fumo, mas não foi necessário transportá-la para o hospital.

Estiveram no local sete viaturas e 25 bombeiros a combater as chamas que deflagraram nas águas furtadas do prédio, que tem cinco andares.

Apesar de o incêndio ter afetado primeiro as traseiras do prédio, as chamas eram visíveis da Avenida da República onde, de resto, o trânsito foi imediatamente condicionado no sentido Entre Campos-Saldanha.

Segundo alguns empregados da pastelaria Versailles, no prédio em chamas não há gás canalizado, pelo que se temia a ocorrência de explosões.

Poucos minutos após a chegada dos bombeiros, e com a cobertura do prédio em chamas, alguns dos ocupantes dirigiam-se para as pequenas varandas, a tentar perceber melhor o que se passava.

A resposta do Regimento de Sapadores de Lisboa foi imediata e em pouco mais de 10, 15 minutos chegaram ao local vários carros de combate a incêndio - dois com escadas magirus - e uma ambulância do INEM, além de vários carros da polícia.

A Avenida Duque de Ávila estava completamente cheia de fumo, pois o vento forte empurrava as chamas de norte para sul.

Segunda-feira será feita uma vistoria


Em declarações à agência Lusa, Eugénia, uma cidadã búlgara de 42 anos que habita no terceiro andar do prédio e que deu o alarme do incêndio, explicou que no seu andar moram diversas pessoas em dez quartos arrendados e que nas águas furtadas, onde mora a filha, foi onde o fogo deflagrou.

Segundo Emília Castela, diretora da Proteção Civil de Lisboa, as pessoas que habitam na cobertura do edifício não poderão aí passar a noite e terão de ser realojadas.

Segunda-feira "será feita uma vistoria por parte de outros serviços da Câmara [Municipal de Lisboa], que vão determinar depois que tipo de trabalhos é preciso serem feitos para as pessoas ocuparem novamente o imóvel", acrescentou à Lusa, adiantando que na residencial do primeiro andar habitam 25 pessoas e no segundo e terceiro andares e águas furtadas, 19 pessoas.


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Os nossos políticos que desgovernam o País...
E assim vai acabando o nosso património habitacional.

Se não arde, desmorona-se. É em Lisboa e todas as cidades deste País.
Belíssimos edifícios em estado degradante.

Os políticos que passaram pelos vários governos deviam ser responsabilizados pela incúria com que governaram.

Todos sabem que a ruína é devido às rendas não actualizadas, mas nunca fizeram nada para resolver este problema, que já vinha do tempo de Caetano.

Re: Os nossos políticos que desgovernam o País...
Re: Os nossos políticos que desgovernam o País...
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Edição Diária 17.Abr.2014

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