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Humor de Bessa

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Humor de Bessa
Daniel Bessa recuperou uma graça que ilustrava o monopólio da EDP, PT ou Galp quando eram empresas do universo estatal e o mundo não estava globalizado no jantar APGEI em que o orador convidado foi Zeinal Bava. Qual é a empresa portuguesa mais rentável? É a empresa A, se for bem gerida. E a segunda mais rentável? A empresa A, se for mal gerida. Bessa invocou o exemplo para dizer que agora já não é assim e elogiar abertamente a gestão de Bava à frente da PT. Mas, Bessa voltaria a colorir o seu comentário com nova pitada de humor ao falar da nova emigração: cada português que emigra resolve dois problemas: o dele e dos que cá ficam. Mas, quando do peso do Estado em empresas que já deixaram a esfera estatal ou do modelo de privatizações, Bessa não ironiza em serviço. Privatizar, entregando ao Estado chinês é uma contradição nos termos. Quando são empresas públicas chinesas, mais públicas é que não poderiam ser!, diz o economista.

Guerra de sexos nos CTT?
A indigitação do quinto elemento da futura administração dos CTT, que será presidida por Francisco Lacerda, continua num estranho impasse. Depois da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP) não ter dado luz verde à nomeação de Carla Cruz, atual diretora de marketingda empresa, começou a ganhar força uma outra candidatura também no feminino, a de Dionísia Ferreira, atualmente no Banco Popular e que também já passou pelos CTT. Enquanto as duas gestoras movem as suas influências, o tempo urge porque é preciso nomear uma administração para tratar da privatização dos CTT em 2013. Para desempatar a disputa já há quem fale na empresa que a escolha vai acabar por recair num homem da casa, mais concretamente em Pedro Salvador.

Funcionário das Finanças ataca Mexia
Parece que António Mexia, presidente da EDP, se transformou num daqueles bonecos em que alguns espetam alfinetes. Primeiro, foi o escultor João Cutileiro que afirmou ao Expresso que confiava mais nos chineses do que em Mexia. A seguir, a agência de notação financeira Fitch cortou o ratingda EDP em dois níveis. Mas as alfinetadas continuam. Estava um colaborador deste jornal a tratar dos seus impostos numa repartição de Finanças quando o funcionário que o atendia 'explodiu'. "Isto está tudo errado! O Governo devia cortar era os ¤3 milhões de salário do Mexia, em vez de tirar às famílias". Isto, depois do colaborador do Expresso ter sugerido que tinha de se apressar a tratar do seu IRS, não fossem as Finanças ficar sem dinheiro para os reembolsos. Após a explosão, o funcionário da repartição recompôs-se, pediu desculpas pelo desabafo e ajudou o contribuinte a incluir mais despesas. "Sabe, custa muito ver estas coisas", afirmou. Mais um alfinete.


Opinião


Multimédia

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola, em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Costeletas de borrego com migas de castanhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Strogonoff de peixe espada preto

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Caril de banana

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Cantaril com risotto de espargos

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.


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Anedotas!
Tenha lá paciência:o senhor não sabe nem coar boas anedotas!
Francamente!Ao que o Expresso chegou!
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