21 de abril de 2014 às 7:56
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Humor de Bessa

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Humor de Bessa
Daniel Bessa recuperou uma graça que ilustrava o monopólio da EDP, PT ou Galp quando eram empresas do universo estatal e o mundo não estava globalizado no jantar APGEI em que o orador convidado foi Zeinal Bava. Qual é a empresa portuguesa mais rentável? É a empresa A, se for bem gerida. E a segunda mais rentável? A empresa A, se for mal gerida. Bessa invocou o exemplo para dizer que agora já não é assim e elogiar abertamente a gestão de Bava à frente da PT. Mas, Bessa voltaria a colorir o seu comentário com nova pitada de humor ao falar da nova emigração: cada português que emigra resolve dois problemas: o dele e dos que cá ficam. Mas, quando do peso do Estado em empresas que já deixaram a esfera estatal ou do modelo de privatizações, Bessa não ironiza em serviço. Privatizar, entregando ao Estado chinês é uma contradição nos termos. Quando são empresas públicas chinesas, mais públicas é que não poderiam ser!, diz o economista.

Guerra de sexos nos CTT?
A indigitação do quinto elemento da futura administração dos CTT, que será presidida por Francisco Lacerda, continua num estranho impasse. Depois da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP) não ter dado luz verde à nomeação de Carla Cruz, atual diretora de marketingda empresa, começou a ganhar força uma outra candidatura também no feminino, a de Dionísia Ferreira, atualmente no Banco Popular e que também já passou pelos CTT. Enquanto as duas gestoras movem as suas influências, o tempo urge porque é preciso nomear uma administração para tratar da privatização dos CTT em 2013. Para desempatar a disputa já há quem fale na empresa que a escolha vai acabar por recair num homem da casa, mais concretamente em Pedro Salvador.

Funcionário das Finanças ataca Mexia
Parece que António Mexia, presidente da EDP, se transformou num daqueles bonecos em que alguns espetam alfinetes. Primeiro, foi o escultor João Cutileiro que afirmou ao Expresso que confiava mais nos chineses do que em Mexia. A seguir, a agência de notação financeira Fitch cortou o ratingda EDP em dois níveis. Mas as alfinetadas continuam. Estava um colaborador deste jornal a tratar dos seus impostos numa repartição de Finanças quando o funcionário que o atendia 'explodiu'. "Isto está tudo errado! O Governo devia cortar era os ¤3 milhões de salário do Mexia, em vez de tirar às famílias". Isto, depois do colaborador do Expresso ter sugerido que tinha de se apressar a tratar do seu IRS, não fossem as Finanças ficar sem dinheiro para os reembolsos. Após a explosão, o funcionário da repartição recompôs-se, pediu desculpas pelo desabafo e ajudou o contribuinte a incluir mais despesas. "Sabe, custa muito ver estas coisas", afirmou. Mais um alfinete.

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Anedotas!
Tenha lá paciência:o senhor não sabe nem coar boas anedotas!
Francamente!Ao que o Expresso chegou!
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