23 de abril de 2014 às 15:41
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Hospitais de Almada, Évora e Gaia mantêm urgências

Ministro da Saúde está a ser ouvido no Parlamento, onde anunciou que não irá despromover as urgências dos hospitais Garcia de Orta, Évora e Gaia.
Mariana Cabral (www.expresso.pt)com Lusa
Paulo Macedo na audição parlamentar da comissão de Saúde Miguel A. Lopes/Lusa Paulo Macedo na audição parlamentar da comissão de Saúde

O ministro da Saúde reafirmou hoje no Parlamento que o Governo não vai despromover as urgências dos hospitais Garcia de Orta (Almada), Évora e Gaia, como sugeria o relatório de reorganização destes serviços.

"Não há intenção de haver desgraduação das urgências nos casos de Évora, Gaia e Garcia", afirmou Paulo Macedo na comissão parlamentar de Saúde, que está a decorrer.

O relatório da comissão que apresenta sugestões para a reorganização das urgências propunha que nestes três hospitais os serviços de urgência deixassem de ser polivalentes e passassem a médico-cirurgicas.

No relatório da Comissão de Reavaliação da Rede Nacional de Emergência e Urgência, divulgado na semana passada, é sugerido o encerramento de 16 serviços de urgência classificados enquanto tal num despacho de 2008.

Além do encerramento destes serviços, a comissão propunha uma espécie de despromoção de algumas urgências, entre elas as do Garcia de Orta (Almada), Évora e Gaia, que deveriam passar de urgência polivalente a médico-cirúrgica. Neste grupo estava igualmente incluida a urgência do Hospital dos Covões, em Coimbra.

Era igualmente proposta a "despromoção" dos serviços de urgência da Póvoa do Varzim, Mirandela, Figueira a Foz e Castelo Branco, que passam a urgência básica.

Paulo Macedo está a ser questionado na comissão de Saúde, no Parlamento, após um requerimento apresentado pelo Bloco de Esquerda, com o objetivo de "obter esclarecimentos, analisar e discutir a política do Governo, nomeadamente, nos domínios da contratação de profissionais para o SNS e da organização dos Cuidados Primários de Saúde", de acordo com o grupo parlamentar.

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Segundo a "filosofia" do actual sistema a
continuidade das urgências nesses hospitais promove o aumento ou a manutenção da esperança de vida com prejuizo para a Seguranla Social e as funerárias.
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