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Mistérios das múmias egípcias do Museu Nacional de Arqueologia
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Horror em dia negro na A25

Choque em cadeia em Sever do Vouga transformou a A25 num cenário de horror, diz quem viveu por dentro a aparatosa sucessão de acidentes que encaixou cerca de 50 veículos uns nos outros. Foi um dia negro.

Opinião


Multimédia

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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A irracionalidade...
...de certos condutores é o que dá e o resultado está à vista, não se tem o mínimo de responsabilidade pela vida quer a sua e a dos outros.
As minhas condolências às famílias enlutadas.
Srs Governantes
Porque não haver placards com avisos de acidentes em todas as vias rápidas ou do género como nas auto- estradas?
Condutores
Este Povo de Mansos e Burro e os que o não são, são Carneiros nunca mais aprende que tem de conduzir consoante as condições atmosféricas e da estrada por onde circulam. IRRA !!!!!!!!!!!!! Peço aos órgãos de comunicação social que não venham dizer que o motivo deste acidente foram a chuva e o nevoeiro, porque ao fazê-lo não estão a fazer mais do que a tapar o sol com a peneira e a desculpabilizar quem tem toda a responsabilidade.
brincadeiras com fósforos
Já conduzi muitas vezes com nevoeiro cerrado de se ver pouquissimo mais que o tracejado a dividar as faixas das autoestradas e vi muitos veículos de alta cilindrada a ultrapassarem-me como se de um dia solarengo se tratasse. Assisti a um mercedes CLK fazer-me isso e espetar-se contra os rails da berma numa curva mais á frente.
Ora se existem pessoas desta monumental inconsciência e absoluto desprezo pela própria vida, dos seus e dos outros com cartas de condução, apenas se pode esperar que isto aconteça.
É só gente esperta que escreve por aqui
Fico surpreendida com os comentários que se fazem a torto e a direito por aqui. Ao que parece é só bons condutores, maus são aqueles que andam nas estradas, bons são aqueles que estão atrás de um ecrã a atirar pedras aos telhados de vidro dos outros...mas esquecem-se que se porventura estivessem naquela hora na A25, acontecia-lhes como aconteceu com os outros... é só treinadores de bancadas e gentinha que só cumpre com o código... pff que nojo de gente... numa hora destas só sabem criticar, blá, blá, blá...pois eu cá sou muita bom e comigo isto não acontecia.... pois, pois...
Re: É só gente esperta que escreve por aqui
Re: É só gente esperta que escreve por aqui
Re: É só gente esperta que escreve por aqui
Re: É só gente esperta que escreve por aqui
Re: É só gente esperta que escreve por aqui
Directamente da carroça p´ras SCUTs
Comparando as nossas desgraças na estrada com as dos ingleses ou holandese conclui-se que a incúria e irresponsabilidade demonstradas pelos nossos Schummakers pode levar-nos a concluir que os portugueses conduzem o carro como se guiassem o pénis. (Já os nórdicos conduzem o carro EM VEZ DE guiarem o pénis). Acresce que, contráriamente aos nórdicos, não somos um povo que saiba lidar com máquinas (nem inventá-las), saltàmos do campo para o automóvel sem passar pela revolução industrial. Máquinas...eh pá, isso é complicado.
Alia-se a isto a falta de civismo, respeito pelo próximo e a persistência de um instinto territorial primitivo ao volante que nos projecta para o reino dos primatas quadrúpedes.
Isto porque o que não se aprende com pais demasiado tolerantes e um ensino demasiado facilitista paga-se em estupidez na estrada. Educação, precisa-se. Para evitar que, a este ritmo suicidário, tenhamos que dizer: Povo, precisa-se.
APENAS PERGUNTO:
--Até quando, tanta irresponsabilidade da parte de NÓS condutores? Eu andei a 70/100 na autoestrada, nesse mesmo dia, com chuva, piso molhado e claramente escorregadio em alguns locais, e passavam sujeitos/as por mim de tal modo em velocidade que a sensação era a de eu estar práticamente parado!!!
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Edição Diária 17.Abr.2014

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