27 de Agosto de 2014
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Algarve e internet

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As minhas crónicas têm sempre três parágrafos. Na semana passada, escrevi sobre a minha relação de amor-ódio com o Algarve. No primeiro parágrafo, desenvolvi a parte menos luminosa: tal como milhares de outros turistas portugueses, tenho razões de queixa em relação ao atendimento no Algarve. Lamento, mas é assim há décadas.     

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Os algarvios

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Mantenho há vinte anos uma relação de amor-ódio com o Algarve. Para começar, irrito-me com a antipatia militante do algarvio puro, aquele que é típico de Odiáxere, Vila Real, Monte Francisco, Castro Marim ou Monte Gordo, mas que também aparece em cidades como Portimão ou Lagos. Sim, encontrar um algarvio simpático é quase tão difícil como encontrar um Espírito Santo bom de contas.  

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O balde do Dr. Sousa Homem

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Apesar dos biquínis, das nádegas ao léu, das tatuagens e do ocasional busto desnudado (em "neoliberal" diz-se "topless"), a praia é terreno conservador, como muito bem sabe o dr. António Sousa Homem. Quando voltamos às nossas praias, o ano velho termina no primeiro mergulho e o ano novo começa no último. Depois da limpeza de agosto, setembro é janeiro. Mais importante, é na praia que passamos aos nossos filhos algo que já não conseguimos transmitir no dia a dia: a sensação de continuidade. As absurdas diferenças geracionais geradas pela tecnologia desaparecem no areal.    

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O sexo de Futre

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Eu era vidrado no Futre. A par de um Herman real e de um Sá Carneiro romantizado, ele era um dos meus heróis. Até queria ser canhoto por causa dele. O fascínio era futebolístico e geográfico.

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A redenção dos Espírito Santo

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Há quase quinze dias, escrevi no Expresso Diário que o caso Espírito Santo já não era um assunto técnico para a CMVM e Banco de Portugal. Já não chegava dizer que Salgado tinha perdido a idoneidade bancária.

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Rendo-me a Salgado, Marcelo e Soares

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Tenho uma confissão a fazer: rendo-me à corte lisboeta, essa magnífica trupe que nos apascenta e que, de forma objetiva, vive acima do bem e do mal. 

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Eça fica à porta, s.f.f.

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Quando entramos naquele sítio, fica a impressão de que o DeLorean de Michael J. Fox está a pairar sobre as nossas cabeças. Vemos peças de helicópteros da Agusta, peças de jatos da Embraer e Dassault, carros elétricos que encantam a Escandinávia, sistemas operativos da maior barragem do mundo e bicicletas do futuro. Não, não fui a Silicon Valley. Não, esta odalisca tecnológica que me encantou não fica em Munique. Fica mesmo ali na Maia e dá pelo nome de CEIIA, Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel. 

 

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A outra Sophia

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A nossa memória coletiva está dominada pelas figuras românticas do "exilado" e do "clandestino" do PCP. Pelo segundo sinto um misto de volúpia literária e repulsa. Pelo primeiro sinto respeito, embora não seja o meu herói. Não foram os exilados que derrubaram o Estado Novo. A ditadura foi enfraquecida pela guerra de atrito conduzida por um conjunto de cidadãos que deu a cara pela liberdade aqui em Portugal. Entre outros, estou a falar de Alçada, Bénard, Francisco Sousa Tavares, Sá Carneiro, Pinto Leite e demais homens da Ala Liberal. E, claro, estou a falar de Sophia de Mello Breyner Andresen. Antes de ter sido poetisa, Sophia foi uma cidadã que combateu contra a ditadura aqui em Portugal e não no aconchego de Paris ou das praias do Mar Negro, as tais praias que conheciam de cor o bronzeado de Álvaro Cunhal.

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Ricardo Salgado, o Gattopardo

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Ricardo Salgado é uma personagem literária, uma espécie de Gattopardo financeiro. Ao contrário do original, este Gattopardo não me desperta empatia. Não me importava de mimar Don Fabrizio, talvez cofiar-lhe a barba num cafuné oitocentista. Salgado não me desperta semelhantes instintos, mas não deixa de me fascinar.

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Do pelado à Copa

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Esqueçam o risco ao meio e o sotaque espanholado, esqueçam a insistência em Miguel Veloso, esqueçam a "tranquilidade", esqueçam a caricatura e concentrem-se na história do homem. E que história. Como salienta Jorge Reis-Sá no livro "Paulo Bento, um Retrato", o atual selecionador não teve um começo fácil. Não fez parte da nobreza criada por Carlos Queiroz em Riade. Paulo Bento (n. 1969) começou por baixo, num clube de bairro chamado Académico de Alvalade. 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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