28 de Julho de 2014
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Guerra sem sentido

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A maioria das guerras não faz sentido, mas aquela que assola o PS chega a ser surrealista. 

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A crise chegou aos ricos

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Se é verdade que os pobres toda a vida viveram em crise, ao contrário da classe média que começou a senti-la há cerca de três ou quatro anos, parece que agora a crise chegou aos ricos. Terá chegado? O que está a passar-se no Grupo (e já no Banco) Espírito Santo, depois do que se passara no BPN, no BCP e no BPP já prejudicou muita gente cujo pé de meia parecia sólido e indestrutível.?Talvez não sejam estes, ainda, os verdadeiros ricos. 

 

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Deitem as culpas para mim

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A propósito da frase de Seguro - este Governo, em três anos, deu cabo de três gerações - lembrei-me de que também sou culpado. Eu e toda a minha geração.

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O nosso agente em Massamá

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Alguém me referiu que Passos Coelho teria um ressentimento social contra as grandes famílias, algo próprio dos habitantes dos subúrbios. Isto a propósito de ter rejeitado acudir à família Espírito Santo. Não posso saber se é verdade.

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E assim se esboroa um regime

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O até agora presidente do BES tinha a alcunha de DDT, acrónimo de Dono Disto Tudo. Não sei se seria demasiado exagerado, sei que não era ofensivo. Pelo passado, pelo presente, por todas as teclas que tocou, pela teia que o grupo e a família construíram, a alcunha não parecia desajustada. Mas também aqui chegaram alguns dos podres que noutras zonas já tinham sido detetados.

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Metáfora: República vagal

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Era o dia 10 de junho, dia de Portugal, e o Presidente da República teve uma reação vagal. Cesariny não perdoaria uma rima destas. Mas eu, que não tenho o seu talento, vou pela metáfora. Se o Presidente quisesse, num único gesto, fazer uma súmula do país a que preside, a reação vagal seria a mais apropriada.?

 

 

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A política segundo São Costa

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Esta semana li uma série de artigos que prometem as profundas do inferno se António Costa não ganhar - já! - o PS e, logo após, o país. Costa é o homem providencial, o salvador, o messias. Deixo claro que a culpa não é dele, mas das leituras que fazem da sua decisão e do facto de o próprio as não contrariar.

 

 

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Bárbaros regressam à Europa

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Ouviram o último discurso de Marine Le Pen? Ou pior, as declarações do seu pai, fundador da Frente Nacional, sobre o modo como a febre de Ébola pode baixar a imigração na Europa? Ouviram Marine reivindicar o controlo sobre as fronteiras e sobre a política monetária? E o que pensam disto? 

 

 

A arma do povo está velha

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Dizia-se que o voto é a arma do povo. É verdade. O termo arma talvez seja um pouco agressivo, dos tempos em que as mudanças de poder se resolviam a tiro, mas deixemos isso de lado. O certo é que sendo uma arma é daquelas escopetas de carregar pela boca. Talvez seja, também, por isso que temos a abstenção que temos.

 

 


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Quando nos tomam por parvos

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As instituições do Estado tendem a tomar os portugueses por parvos. Parvos no sentido mais literal da palavra: pequenos, sem capacidade de discernimento.

 

 



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Edição Diária 17.Abr.2014

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