18 de abril de 2015
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Ainda se lembram do país?

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Ao contrário do que muita gente entendeu, nada me move contra ninguém. Mas considerar que uma pessoa não tem perfil (ou ainda não se sabe se tem perfil) para Presidente da República não é desconsiderá-la. Há pessoas magníficas que não têm (ou não parecem ter) nem essa vocação nem essa valência. Eu não imagino Rui Rio como Presidente, por exemplo, e, no entanto, não me custa admitir que poderia estar muito bem num Governo. Pode dizer-se o mesmo de Jorge Coelho - enfim são homens de ação, muito mais dispostos a imiscuírem-se nas decisões políticas, que na nossa arquitetura constitucional cabem ao Executivo e não ao inquilino de Belém.

 

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Eanes e Sampaio da Nóvoa

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As coisas estão de forma a que qualquer um se declare candidato a PR só para sair nas notícias. Naturalmente, não é este o caso do ex-reitor da Universidade de Lisboa Sampaio da Nóvoa. Independentemente do que se possa pensar sobre ele, sobre o seu passado e sobre as suas ambições, este é um candidato sério. A minha questão é outra: a que vem ele?  

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É Páscoa, tempo de passagem

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Dos milenares rituais do equinócio da primavera, à Pessach judaica (dia em que Deus manda matar todos os primogénitos do Egito, salvo os que tinham os umbrais das portas salpicadas com sangue de cordeiro, pois esses iriam com Moisés para a Terra Prometida), até à morte e ressurreição de Cristo, a Páscoa é um tempo de passagem, de mudança, de revivificação.

 

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O homem que quis ser Deus

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Andreas Lubitz é o nome do copiloto que lançou 149 seres humanos para a morte, a 700 km/h contra um pico dos Alpes. Que se saiba, em nome de nada - de uma causa, de uma religião, de uma ofensa, nem aparentemente, de uma súbita loucura. Trancou-se, solitário, na cabina do Airbus, não respondeu à torre nem a outros aviões e, até ao embate, as gravações recuperadas mostram que ele respira de forma normal.   

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Aconteceu o que era impossível

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Faz agora um ano e a maioria de nós nem sequer liga muito ao caso. O porta-voz do Kremlin, com uma desfaçatez inexplicável, diz que "não há qualquer ocupação da Crimeia". E, no entanto, a Crimeia, como se diz por lá, celebra o facto de ter voltado à "mãe Rússia".

 

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A nova arte da guerra

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Penso que nem Sun Tzu nem Clausewitz, que viveram com 2200 anos de intervalo e foram dos maiores teorizadores sobre conflitos militares, viram conceitos tão diferentes da "Arte da Guerra" (o título da obra magistral do chinês, do século VI a.C.) como aqueles a que assistimos neste momento.

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O partido trágico português

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Há um constante resvalar do debate político. Poucas ideias, raras estratégias, muito barulho e imensas acusações. Nada disto é saudável e mesmo aqueles que, como Passos Coelho, pareciam querer estar acima deste nível, não resistiram ao apelo da baixeza, a uma espécie da nostalgia do reles e desceram a terreiro com argumentos que nada contribuem para esclarecer, antes pelo contrário.  

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Costa e a 'dentada de som'

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Não tenho pena, confesso, do clamor que se levantou contra António Costa e as suas declarações aos chineses. Quem por sound bites (literalmente 'dentada de som') vive, por sound bites morre. Do que tenho pena é de que a política não passe disto.

 

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TINA e o menor dos males

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Tenho ouvido muita gente dizer que uma das vantagens da vitória do Syriza está no facto de se acabar com a ideia do TINA (sigla inglesa para There is no alternative, ou seja, não há alternativa). Ora, correndo o risco de parecer descentrado ou tolo, eu penso que quando se afirma que não existe alternativa se subentende que não há alternativa melhor, e não que não há alternativa de todo. Por isso, quem afirma que há alternativa tem o dever de apresentar não um conjunto de facilidades que podem resvalar para o desastre, mas algo construtivo e sério. 

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Hoje sou adepto de Keynes

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Não foi o meu camarada (assim se chamavam os jornalistas) Nicolau Santos que me convenceu. Foi Vítor Gaspar, num texto que escreveu, a lembrar-me que também tenho algo de keynesiano. O texto cita uma frase do economista referida por Samuelson e por Huntington, que diz mais ou menos isto: "Quando os factos mudam, ?eu mudo a minha opinião. ?E o senhor o que faz?" 

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