31 de outubro de 2014
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Como (não) pagar ?a dívida

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Estou convencido que há mais modos de não pagar a dívida pública do que as célebres mil maneiras de cozinhar bacalhau. Podemos recusar-nos, renegociar, procrastinar, declarar falência, entregar a soberania - enfim, há um sem-número de modos a ter em conta.

 

 

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As nuvens negras no horizonte

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Basta o orçamento para ficarmos deprimidos. Mas, afinal, o OE é uma pequena gota num mundo carregado de tempestades e com a promessa de algo assustador.

 

 

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O país da mania das grandezas

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Muita gente já descreveu a desagregação da PT; como era uma máquina de dinheiro para alguns acionistas, entre os quais o Grupo Espírito Santo e a célebre Ongoing; como já nem o imenso dinheiro distribuído - para evitar a OPA de Belmiro ou pela separação da Zon - chegou. De como a PT aplicou mais de um terço do seu valor em empréstimo à falida Rioforte.

 

 

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Passos e a carta anónima

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Tem havido alguma demagogia (ou incompreensão) pelo facto de ser anónima a denúncia que recaiu sobre Passos (à qual ele não soube responder de forma convincente). Ora o anonimato da denúncia não tem, em si, absolutamente nada de estranho. 90 por cento de casos como este (incluindo o famigerado Freeport) nasceram assim.

 

 

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Santiago e a culpa tipo boi

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Gosto de citar textos antigos. Se temos milhares de anos de sabedoria acumulada é assisado usá-la. Assim, aqui fica uma carta de São Tiago, incluída na Bíblia, nos Atos dos Apóstolos: "Antes de mais nada, meus irmãos, abstende-vos de jurar. Não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem empregueis qualquer outra fórmula de juramento. Que vosso sim, seja sim; que vosso não, seja não".

 

 

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Escócia: o silêncio e a rua

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Uma vitória do "exército do silêncio", como lhe chamou o "Financial Times", ou dos "escoceses recatados que fizeram ouvir a sua voz", como disse o ex-líder trabalhista, ele próprio escocês e artífice da campanha pelo "não", Gordon Brown. Foi uma enorme lição de civismo e, em especial para a comunicação social, a recordação de que nem tudo o que parece e que mais barulho faz vence. O "não" ganhou com uma folga de quase 400 mil votos, numa das mais disputadas contendas eleitorais. 

 

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A vitória global do terror

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Passaram 13 anos sobre o ataque às Torres Gémeas. De então para cá, não há outra forma de o dizer, o mundo foi dominado por esse acontecimento. A queda das torres abalou não só os Estados Unidos, ao atacar a potência dominante no seu coração, como deu cabo das convicções - ingénuas e otimistas - que se haviam formado depois do fim da guerra fria e do colapso da URSS.

 

 

 

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Morrer por ideias de outros

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A revelação pelo Expresso de que há portugueses dispostos a morrer pelo chamado Estado Islâmico, bando terrorista que choca o mundo, trouxe-me à memória uma velha (1972) canção do francês Georges Brassens intitulada 'Mourrir pour des idées' (Morrer por ideias). 

 

 

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O súbito suicídio socialista

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Não tinha a menor dúvida de que o PS iria para o Governo mal houvesse eleições. E escrevo não tinha porque passei a ter. Para os comentadores encartados, que falam em círculo fechado - ministro A/comentador B, comentador A/comentador C, ministro B/comentador A, e por aí fora -, aquilo que me preocupa interessará pouco. Mas estou convicto de que para as pessoas - desculpe-se o termo - normais contam muito estes sinais que o PS dá.

 

 

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Obama, Bush e Foley

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Não pretendo defender ou atacar o atual ou o anterior Presidente dos EUA. São pessoas muito diferentes, com modos de vida e ideias distantes. Obama é, naturalmente, mais próximo da conceção que os europeus têm do que deve ser a política e a presença norte-americana no mundo. Mas não é por aí que vou.Pretendo, sim, lembrar o que anda esquecido. 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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