28 de novembro de 2014
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O PS, e o regresso do PBX

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Há coisas que nunca passam, por muito que o tempo passe sobre elas. Uma dessas coisas é o PBX. Nos primórdios do PS, o PBX era sigla jocosa de 'Partido Berdadeiramente Xuxialista', a que Soares deu combate, fação defendida por uns movimentos de diversos cambiantes que pugnavam pela chamada "esquerda a sério".

 

 

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Começou a campanha eleitoral

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Pode ter sido a saída da troika, pode ter sido a eleição de António Costa, pode ter sido outra coisa qualquer, mas parece-me evidente que a campanha eleitoral já começou. Os líderes do PSD e do PS já dão voltas ao país, nos célebres "circuitos da carne assada" e nada disto seria preocupante não fora a situação catastrófica do país ainda estar para durar uns bons anos.

 

 

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Catalunha deve ser Espanha

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Conheço pessoas muito estimáveis que defendem a independência da Catalunha. Há dias tive oportunidade de participar num debate no ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas), onde, perante Roger Albinyana, secretário dos negócios estrangeiros da Generalitat de Catalunha (o Governo autónomo), se esgrimiram argumentos.

 

 

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Agradece a Durão Barroso?

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Durão Barroso aguentou 10 anos como presidente da Comissão Europeia. Eis um feito que não se via desde Jacques Delors. Terminou ontem as suas funções, depois de anos complexos, que começaram com um incidente de suspeita, por ter aceitado (mal) um convite para passear no iate de um magnata e acabaram com estes últimos seis anos de chumbo, de crise, de declínio.

 

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Como (não) pagar ?a dívida

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Estou convencido que há mais modos de não pagar a dívida pública do que as célebres mil maneiras de cozinhar bacalhau. Podemos recusar-nos, renegociar, procrastinar, declarar falência, entregar a soberania - enfim, há um sem-número de modos a ter em conta.

 

 

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As nuvens negras no horizonte

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Basta o orçamento para ficarmos deprimidos. Mas, afinal, o OE é uma pequena gota num mundo carregado de tempestades e com a promessa de algo assustador.

 

 

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O país da mania das grandezas

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Muita gente já descreveu a desagregação da PT; como era uma máquina de dinheiro para alguns acionistas, entre os quais o Grupo Espírito Santo e a célebre Ongoing; como já nem o imenso dinheiro distribuído - para evitar a OPA de Belmiro ou pela separação da Zon - chegou. De como a PT aplicou mais de um terço do seu valor em empréstimo à falida Rioforte.

 

 

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Passos e a carta anónima

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Tem havido alguma demagogia (ou incompreensão) pelo facto de ser anónima a denúncia que recaiu sobre Passos (à qual ele não soube responder de forma convincente). Ora o anonimato da denúncia não tem, em si, absolutamente nada de estranho. 90 por cento de casos como este (incluindo o famigerado Freeport) nasceram assim.

 

 

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Santiago e a culpa tipo boi

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Gosto de citar textos antigos. Se temos milhares de anos de sabedoria acumulada é assisado usá-la. Assim, aqui fica uma carta de São Tiago, incluída na Bíblia, nos Atos dos Apóstolos: "Antes de mais nada, meus irmãos, abstende-vos de jurar. Não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem empregueis qualquer outra fórmula de juramento. Que vosso sim, seja sim; que vosso não, seja não".

 

 

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Escócia: o silêncio e a rua

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Uma vitória do "exército do silêncio", como lhe chamou o "Financial Times", ou dos "escoceses recatados que fizeram ouvir a sua voz", como disse o ex-líder trabalhista, ele próprio escocês e artífice da campanha pelo "não", Gordon Brown. Foi uma enorme lição de civismo e, em especial para a comunicação social, a recordação de que nem tudo o que parece e que mais barulho faz vence. O "não" ganhou com uma folga de quase 400 mil votos, numa das mais disputadas contendas eleitorais. 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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