16 de setembro de 2014
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A vitória global do terror

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Passaram 13 anos sobre o ataque às Torres Gémeas. De então para cá, não há outra forma de o dizer, o mundo foi dominado por esse acontecimento. A queda das torres abalou não só os Estados Unidos, ao atacar a potência dominante no seu coração, como deu cabo das convicções - ingénuas e otimistas - que se haviam formado depois do fim da guerra fria e do colapso da URSS.

 

 

 

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Morrer por ideias de outros

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A revelação pelo Expresso de que há portugueses dispostos a morrer pelo chamado Estado Islâmico, bando terrorista que choca o mundo, trouxe-me à memória uma velha (1972) canção do francês Georges Brassens intitulada 'Mourrir pour des idées' (Morrer por ideias). 

 

 

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O súbito suicídio socialista

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Não tinha a menor dúvida de que o PS iria para o Governo mal houvesse eleições. E escrevo não tinha porque passei a ter. Para os comentadores encartados, que falam em círculo fechado - ministro A/comentador B, comentador A/comentador C, ministro B/comentador A, e por aí fora -, aquilo que me preocupa interessará pouco. Mas estou convicto de que para as pessoas - desculpe-se o termo - normais contam muito estes sinais que o PS dá.

 

 

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Obama, Bush e Foley

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Não pretendo defender ou atacar o atual ou o anterior Presidente dos EUA. São pessoas muito diferentes, com modos de vida e ideias distantes. Obama é, naturalmente, mais próximo da conceção que os europeus têm do que deve ser a política e a presença norte-americana no mundo. Mas não é por aí que vou.Pretendo, sim, lembrar o que anda esquecido. 

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Calma, ó vítimas do BES

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Aos poucos, algo entra de mansinho no discurso político do caso deste verão: a vitimização dos pequenos acionistas do BES. Subtilmente, passaram a ter razões de queixa do Governo e do BdP porque ambas as entidades lhes disseram que ia tudo bem no reino dos Espírito Santo.? Em breve, alguns familiares, menos afortunados, começarão, igualmente, a queixar-se das contas congeladas (desconhecendo que a Justiça as congela e congelou a quem não tem nada), assim como já se queixam clientes internacionais e investidores de vária índole.

 

 

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Escolha entre dois males

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Um amigo meu disse-me algo com que concordo muito: em Portugal passamos da excessiva condescendência à excessiva intolerância sem jamais discutir um assunto com serenidade.

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O funesto reino do sound bite

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Entre as incontáveis oportunidades que esta crise nos dá, está a de pensarmos um pouco mais na sociedade que construímos (e pensar, por enquanto, não está sujeito a qualquer imposto).

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O poema quadrilha e Salgado

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Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro genial, tem um poema fabuloso intitulado 'Quadrilha'. Sem querer fazer concorrência desleal a Nicolau Santos, aqui o deixo publicado para que possamos glosá-lo.

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Guerra sem sentido

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A maioria das guerras não faz sentido, mas aquela que assola o PS chega a ser surrealista. 

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A crise chegou aos ricos

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Se é verdade que os pobres toda a vida viveram em crise, ao contrário da classe média que começou a senti-la há cerca de três ou quatro anos, parece que agora a crise chegou aos ricos. Terá chegado? O que está a passar-se no Grupo (e já no Banco) Espírito Santo, depois do que se passara no BPN, no BCP e no BPP já prejudicou muita gente cujo pé de meia parecia sólido e indestrutível.?Talvez não sejam estes, ainda, os verdadeiros ricos. 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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