Apesar dos esforços da diplomacia brasileira, o país que mais defende a entrada na CPLP do regime de Teodoro Obiang, os outro sete países fundadores da Comunidade recusaram a sua adesão imediata.
O texto final do comunicado foi escrito por Luís Amado, MNE de Portugal, e será divulgado esta tarde. O Expresso sabe que o documento apenas aceita "o pedido de admissão".
Com esta decisão, a CPLP ganha tempo e adia uma entrada polémica que ameaçava desvirtuar a CPLP, já que na Guiné Equatorial não se fala português. No país, assolado por casos de corrupção com o dinheiro do petróleo, só se fala mesmo espanhol.