Bissau, 08 abr (Lusa) - O chefe da missão da União Europeia para a Reforma do Setor de Defesa e Segurança para a Guiné-Bissau, Juan Esteban Verastegui, considerou hoje a intervenção militar de dia 01 como ato criminoso e aguarda instruções sobre futuro da missão.
"Esperamos que as decisões políticas a serem tomadas clarifiquem a situação, mas hoje não temos informação das estruturas guineenses do que se está a passar no sentido do posicionamento do primeiro ministro e do Presidente em relação aos atos criminosos, porque os atos do dia 01 foram criminosos", disse à Agência Lusa o general espanhol.
"Temos de ser prudentes, analisar bem o que se está a passar. Infelizmente, após dois anos a trabalhar na Guiné-Bissau, para mim é a primeira vez que a instituição militar está envolvida num problema", afirmou à agência Lusa o general espanhol.