Alexandros Tzorvas, guarda-redes da selecção, durante o jogo com a Lituânia que valeu o apuramento da Grécia para o Mundial-2010
Yiorgos Karahalis/Reuters
Parece insólito mas não é. No passado fim-de-semana, o guarda-redes do Panahinaikos
, Alexandros Tzorvas
, disse ter sido baleado durante o dérbi de Atenas. Os dois tiros de pressão de ar atingiram-no no braço e nas costas. O futebolista viu-se 'grego' com a agressão e apresentou uma queixa ao Procurador de Pireus
.
A Procuradoria local deu início a uma investigação para identificar a origem dos tiros, tendo para isso solicitado as gravações dos vídeos das câmaras de vigilância do estádio do Olympiacos
, clube que, aliás venceu por 2-0.
No processo, além da queixa apresentada pelo guarda-redes, consta um atestado médico sobre a gravidade dos ferimentos provocados pelas balas de pressão de ar.
O Panahinaikos, clube de Tzorvas, também avançou com uma queixa na Federação Grega de Futebol
, denunciando também que foi alvo do lançamento de uma faca que não o atingiu.
Tzorvas queixou-se, ainda, ao árbitro, mas o juiz não apontou a ocorrência no relatório do jogo. O guarda-redes promete não cruzar os braços.
Veja aqui Alexandros Tzorvas a mostrar as marcas das balas de pressão de ar que alegadamente o atingiram durante o dérbi de Atenas,num vídeo colocado no YouTube