Horas antes da votação do novo pacote de austeridade, polícia dispersou um grupo de cerca de 400 manifestantes quando tentavam chegar à Praça Syntagma.
8:00 Quarta feira, 29 de junho de 2011
Cerca de 400 manifestantes tentavam chegar à Praça Syntagma, onde fica situado o parlamento
A polícia dispersou hoje em Atenas com gás lacrimogéneo um grupo de cerca de 400 manifestantes algumas horas antes da votação do novo plano de austeridade no parlamento grego.
Os manifestantes estavam concentrados frente ao Hotel Hilton e foram dispersados pela polícia quando tentavam chegar à Praça Syntagma, onde fica situado o parlamento.
A votação do plano de austeridade 2012-2015 é crucial para a obtenção da ajuda financeira internacional, mas também para a zona euro, que fica ameaçada em caso de falência da Grécia.
"O governo decidiu destruir a função pública e as universidades no ano passado, e nós reclamamos eleições, senão vamos ficar na rua durante um mês", disse Alexandre, um estudante do quarto ano de Economia que fazia parte do grupo de manifestantes, em declarações à agência France Press.
Privatizações massivas
Além de proporcionarem uma poupança de €28,4 mil milhões, as privatizações massivas deverão render cerca de €50 mil milhões aos cofres do Estado até 2015.
A greve convocada pelos dois grandes sindicatos gregos - o GSEE, representativo dos assalariados do setor privado, e o ADEDY, representativo do setor público - mantém-se hoje para protestar contra o novo pacote de medidas de austeridade.
Os grevistas, essencialmente funcionários públicos, protestam contra o plano de austeridade, que, além do aumento de impostos e de taxas, também deverá permitir a supressão de postos de trabalho na função pública.
Mais de 5.000 polícias estão hoje a patrulhar as ruas do centro de Atenas com o intuito de contrariar os planos dos manifestantes de bloquearem o acesso dos deputados ao parlamento.
Ou o senhor e a sua equipa ministerial trabalham a sério... ou estaremos muito próximos de viver situações de todo idênticas a estas que se vivem na Grécia.
Situação anti social implementada em Portugal onde as pessoas são subalternizadas em relação aos interesses dos grupos financeiros nacionais e internacionais da responsabilidade dos ultra direitistas conservadores cavaco Silva e Passos Coelho ao imporem ao País a chamada "doutrina de choque"que não é mais do que um capitalismo de desastre do economista americano Milton Friedman escolhido pelo ditador Pinochet depois do golpe militar no Chile. Friedman e os seus seguidores têm-se repetidamente aproveitado de choques e violência terríveis para implementar as suas politicas radicais atravez das maquinações politicas necessárias para forçar paises resistentes com graves custos humanos a adoptarem as suas doutrinas, onde os mitos do mercado livre escondem verdadeiramente as forças obscuras e secretas que controlam a economia. A nova geração de estudantes de todos os niveis academicos no Chile iniciaram a sua luta com greves e manifestaçãoes contra esta situação, mas a comunicação social em Portugal afecta aos grandes grupos economicos e financeiros nada infirma sobre esta situação de revolta no Chile. Portanto torna-se necessário tambem em Portugal e por toda a Europa resistir contra esta economia parasitária e corrupta de pilhagem...
A Europa está em rota para o seu suicídio.
Porque é que impõem prazos curtíssimos para a Grécia (E Portugal) pagarem a dívida do dinheiro do resgate?
Em 1902, Portugal foi resgatado e esse dinheiro foi pago num empréstimo a 99 anos (Ultima prestação foi paga em 2001).
A própria Alemanha era em 1953 o maior caloteiro do mundo, conseguiu uma moratória do pagamento das dívidas, tendo acordado um prazo de pagamento de 30 anos, que mais tarde foi estendido aos 50 anos.
Agora a mesma Alemanha, como o caniche francês a dar ao rabo, exigem prazos de pagamento de 5 e 7 anos!
A população recusa mais sacrifícios e pede o chumbo do novo plano. Depois de uma noite de confrontos, centenas de pessoas voltaram, hoje, às ruas de Atenas para exigir a realização de eleições antecipadas, ainda que o preço a pagar seja a bancarrota.
As últimas sondagens revelam que 70 a 80% da população está contra as novas medidas.
O Povo que se revolte e exija a demissão do governo.
A Alemanha e a França são os principais culpados de tudo isto.
o nível de consumo dos States vai muito além do que produzem, ninguém verdadeiramente acredita que alguma vez serão capazes de pagar a sua dívida astronómica. A indústria foi deslocalizada para a China e a que resta está longe de gerar os empregos necessários, emprego esse, cada vez mais escasso na terra do tio Sam...
Ahhh... é verdade, o maior exército do mundo, um arsenal de armamento nuclear faz toda a diferença...
Talvez se os corruptos políticos gregos servissem o povo grego e não tivessem dado ouvidos aos corruptos políticos alemães e franceses para que lhes comprassem uma catrefada de submarinos, fragatas, helicópteros, o povo grego estaria melhor, nem que fosse um bocadinho!!