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Governo pondera taxas moderadoras no aborto

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, admitiu hoje a introdução de taxas moderadoras na interrupção voluntária da gravidez.
Lusa |
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afirmou hoje que as propostas para introdução de taxas moderadoras, nomeadamente na interrupção voluntária da gravidez, podem ser consideradas desde já, mas, a serem aplicadas, será em 2013.

Questionado pelos jornalistas quanto à iniciativa parlamentar do CDS-PP para a aplicação de taxas moderadoras na interrupção voluntária da gravidez, à margem de uma visita às obras do novo Centro de Saúde da Baixa de Lisboa, Paulo Macedo afirmou que "essas propostas deverão ser consideradas desde já, mas, para ter efeitos, as que deverem ser acolhidas, só no ano que vem".

Para o Governo, recordou o ministro, "as taxas moderadoras têm de ter alguma estabilidade para se tirarem consequências" e, para "haver revisões nesta matéria", deverá passar "um mínimo de um ano".

A iniciativa legislativa do CDS-PP para a aplicação de taxas moderadoras na interrupção voluntária da gravidez (IVG) só será apresentada em setembro, enquanto o PSD pondera "moderar" a reincidência da prática do aborto.


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Talvez por vingança !!

É que aborto, é mesmo este governo !!!
Deviam ponderar isto:
cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/fisco-perdoa-luvas-dos-submarinos
Para quê?
As taxas moderadoras na IVG é ridícula. Um governo que ainda não conseguiu emendar a mão em nada e, por ser uma marionete da tia Ângela, está a destruir o tecido social e económico nacional, vem agora aplicar uma panaceia. As taxas vão equilibrar as contas do SNS? Claro que não. E se o governo cortasse na rúbrica administradores dos hospitais públicos? E se o governo fizesse nas PPP o que nos fez com o subsídio de férias e de Natal? E? E? Isso sim seriam milhões que ajudavam a equlibrar as contas do Estado. Mas não: o que querem mesmo é abusar dos fracos e, simultaneamente, Portas & Cia vingar-se da derrota no referendo da IVG. Por razões que só Deus e eles sabem...
Aborto
Nem sequer devia haver discussäo sobre taxas moderadoras para tal fim,O aborto ou interrupcäo voluntária da gravidez näo é doenca, é uma decisäo pessoal da grávida,portanto näo deve ser encargo para o SNS.Exceptuariam-se os casos de gravidez resultante de violacäo da mulher,defeito congénito verificado no feto, ou perigo de vida para a mäe ,que esses deviam ser gratuítos porque despenelizados já o eram há muito. Os que fizeram o referendo para promulgar a lei do aborto (governo PS) que pecam um referendo para o povo se pronunciar sobre o pagamento do aborto ou näo, mas expliquem bem ao nosso pobre povo, a diferenca entre despenalizacäo do aborto (näo ser criminalizado) e a liberalizacäo, com custos sobre todos os cidadäos. É assim na Alemanha onde vivo e outros países vizinhos.Pagarem abortos num País onde cancerosos e outros portadores de doenca terríveis têm que pagar? isto é perverso.Por tal caminho ainda liberalizam a bebedeira e pagam vinho aos alcoolócos.Vergonha de políticos.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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