Teixeira dos Santos garante que não há neste momento razões que justifiquem uma alteração na meta do défice de 5,9% previsto para este ano. Isto apesar de várias previsões internacionais apontarem para valores acima de 6%.
Em entrevista ao Expresso em Istambul, durante a reunião anual do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, o ministro das Finanças garante ainda que a consolidação orçamental só começará a partir de 2011, porque fazê-lo antes seria arriscado, e não irá passar por aumento de impostos.
A recuperação do crescimento e os ganhos de eficiência fiscal, refere, deverão ser suficientes para reduzir o défice. Sobre a disponibilidade para continuar no Governo, prefere não falar.
Texto publicado na edição do Expresso de 9 de Outubro de 2009