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Governo entre fanatismo e austeridade

O agravamento da austeridade, os despedimentos no Banif e as ações de bancos centrais para estimular a economia  são temas analisados por Elisabete Tavares, jornalista do Expresso/Exame, no Jornal de Economia da SIC.

Opinião


Multimédia

Geração Z

Mais rápidos, mais capazes, mais solitários, os Z vivem agarrados aos ecrãs, pensam com a ajuda da internet e estão permanentemente preocupados com a bateria do telemóvel. Que geração é esta que nasceu com a viragem do século?

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.


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Situação muito preocupante.
A comentadora Elisabete parece ter interiorizado que os sacrifícios impostos aos funcionários públicos e pensionistas em 2012 permanecerão no ano de 2013 e a eles se juntarão os sacrifícios do sector privado, fazendo crescer o SACRIFÍCIO NACIONAL. Não foi isso que ditou o TC nem se pode concluir das palavras de Passos Coelho que será esse o caminho. O que se espera do governo é que arranje uma fórmula que permita equilibrar os esforços dos cidadãos dos sectores público e privado no âmbito do SACRIFÍCIO NACIONAL, que juntos temos que suportar.
Troque lá isso por miudos caro JJFF
(continuação)
Passos herdou a bancarrota de Sócrates
Fazer-lhe frente e resolvê-la vai levar tempo.Mas os Portugueses quando acreditam na seriedade de um Governo, acompanhá-lo-ão nessa batalha!
Re: Passos herdou a bancarrota de Sócrates
Re: Passos herdou a bancarrota de Sócrates
Re: Passos herdou a bancarrota de Sócrates
NMAs
Mas que raio
Re: Passos herdou a bancarrota de Sócrates
PARA PENSAR...
Berlín
Vestigios de la economía comunista hacen de Berlín una de las opciones más económicas de toda Europa, contrastando incluso con los precios de otras ciudades alemanas, como Munich. Según informa Alejandra López desde Berlín, el alquiler de un piso de 2 habitaciones en Berlín puede ser más barato que en Madrid: unos 550 € por una vivienda de 70 metros cuadrados, 8 euros un menú del día, 6 euros una copa, 2,50 euros un tercio de cerveza o 1,60 un litro de gasolina. Todo eso por un sueldo mínimo aproximado (Alemania no tiene fijada una cantidad por ley), de 800 euros brutos al mes y un sueldo medio de 1.600 euros.
Bruselas
Vivir en Bruselas puede ser algo más costoso que en Madrid, pero el tren de vida de los residentes de la capital europea, se compensa con un envidiable salario. Según informa Enrique Serbeto desde Bruselas, una cena en un restaurante de nivel medio puede costar unos 30 euros y el billete de metro cuesta 2 euros. Si se trata de disfrutar del tiempo libre, un «bruselense» puede ir al cine por 7,5 euros, o beberse una cerveza por 2 euros de mínima. El menú del día le costará unos 14 euros. El encarecimiento de la vida, queda compensado sin embargo con un salario mínimo interprofesional de 1.444 euros. El doble que en España, donde el salario mínimo calculado sobre 12 pagas mensuales (y no sobre 14) es de 748 euros.
Roma ...
Re: PARA PENSAR... 2
Re: PARA PENSAR... 3
Re: PARA PENSAR... E POR FIM LISBOA 4
Re: PARA PENSAR...
Re: GORA SAN FERMIN!
Novo sistema politico. Este é inviável....
Estamos mais proximo da Grecia. Por isso temos que mudar de sistema. O tribunal constitucional nunca passou de um órgão que funcionou e funciona como uma extensão dos partidos políticos que detêm a maioria no parlamento e no governo. E que, no presente, o tribunal constitucional assume inequivocamente o papel de zelar pela constitucionalidade que interessa ao governo de traição nacional e, por conseguinte, à Tróica, apesar de agora ter considerado incontitucional os cortes do subsidio de ferias e de Natal, mas atenção é dito que foi violado o principio de igualdade, abrindo assim o caminho a que os cortes possam no futuro abranger os privados. E ao não considerarem insconstitucionais os cortes deste ano, será que a Constituição foi suspensa por um aano? Como é sabido, todas as medidas flagrantemente inconstitucionais de agravamento das condições de vida e empobrecimento dos trabalhadores que o governo vem tomando têm passado todas no tribunal constitucional, sob o alegado e provocatório argumento de que o equilíbrio das contas públicas (inclusive, portanto, o pagamento das trafulhices do BPN e outras) se sobrepõe a tudo..

Este sistema falhou nos países da america latina
e agora estes ultra liberais vêm do estrangeiro de universidades onde leram as teorias de Friedman e querem implementá-las aqui. Estão ultrapassadas..Agora temos que expropriar as parcerias público-privadas, porque todos devem participar nos sacrificios e não só quem trabalha. E as rendas excessivas? Já ninguém fala? Ora bem. Não se regozigem com a inconstantitucionalidade dos cortes dos subsidios de ferias e de Natal, porque o Tribunal Constoitucional foi bem claro ao dizerem que foi violado o principio de igualdade. Portanto a proxima medida é alargar os cortes ao sector privado, porque os ultras liberais não pensam por razões ideologicas fazer cortes nas parcerias público privadas e nas rendas excessivas, porque os direitos adquiridos nada falem para quem vive do seu trabalho, apesar dos descontos feitos durante muitos anos. Só valem para os contractos feitos pelos grandes escritórios de advogados afectos ao poder que beneficiaram as grandes empresas, lesando o Estado....Portanto, temos que nos deixar de alimentar a manutenção do actual sistema, porque assim com o aumento da recesão devido à estagnação da economia, devido ao baixo poder de compra, vamo-nos aproximar a passos largos da Grecia. A alternativa. Sabem qual é? Fica o debate aberto...

Utopia é uma realidade em potência....
Socialismo democratico ainda é a única alternativa, mas para isso seria necessário o povo português possuir cultura politica e não futebolistica. Seria a instauração de uma sociedade socialista democratica não colectivista, onde as empresas estrategicas pertencessem maioritariamente ao Estado (51%). Parte dos grandes lucros deixavam de ir para um pequeno grupo de accionistas, que ainda por cima as empresas têm sede fiscal na Holanda. Caso tudo continue na mesma andamos pafra aqui a carpir máguas sem qualquer resultado positivo para o País e sua população.

Renegociar é o caminho?
Estender o acordo por mais dois anos, como disse o Frasquilho contra o próprio partido.
PPC vai ser obrigado a negociar o prazo, não tem outro caminho...
A consolidação orçamental é sempre feita pelo mesmo lado, pelo lado dos impostos / receita fiscal. Do lado da despesa as coias pouco mudam ou mudam de forma muito mitigada. A economia portuguesa não suporta um estado com a dimensão presnte, q já veio a crescer há muito deste o tempo de Cavaco.
Portugal como os outros periféricos resgatados está condenado a prazo a sair do euro com uma desvalorização automática de 50% do novo escudo e por arrasto de todos os activos. As medidas tomadas na ultima cimeira não passaram de cosmética e wishfull thinking. Países como a Finlândia e a Holanda retrocederam logo após a cimeira e inviabilizaram a compra de dívida pública pelo FEEF sem penalisar a dívida soberana dos países resgatados. Merkel deu-lhes razão na hora seguinte...
Ora assim a UE não vai longe, a implosão e a fragmentação consequente é cada vez mais provável.
Razão tem Nouriel Roubini há já muito tempo...
Abaixo o fanatismo
Mais uns Créditos para a Elisabete. Para começar, considere completado o MBA em Jihad financeira, pela conclusão que a nossa pelintrice é culpa da Europa e do fanatismo do governo.

Mas ó Elisabete, se a coisa muda, o Estado vai ter que reduzir e haverá mais desemprego. E as empresas para serem rentáveis… é o mesmo. E até agora a Elisabete contava com o Hollande, mas o raio do homem deu de frosques. Claro que é crescimento que o homem tinha prometido, só que nunca tinha dito que era negativo.

Mas ainda bem que temos a Elisabete. Pelo que percebi, é pedir mais uns tempinhos. Tem razão e tem o meu apoio… mas espera aí: pede-se mais uns tempos e continua tudo na mesma?

É que se for caso, daqui a uns tempinhos estamos a pedir mais uns tempinhos e, mais tempinhos e, mais tempinhos… Ah, não a coisa muda. E quando a Elisabete diz que é preciso mais tempo, não será eufemismo de: é preciso mais dinheiro?

E a Elisabete vai ter que travar o seu militante combate – com o apoio da maioria dos colegas do Expresso, claro está – contra a “Gasparina” da Finlândia, uma tal Jutta Urpilainen, que prevê a saída do euro, caso tenha que pagar os vícios da rapaziada. Sabe como é: amigos amigos negócios à parte

Mas bem-haja, cara Elisabete. Ouvi-la é o acender da luz ao fundo do túnel.

Que surjam 1, 2, 3, mil Elisabetes para tornar o futuro risonho
Re: Abaixo o fanatismo
Re: Abaixo o fanatismo
Pois é se não tivessemos Jotas no Poder!
Eles tentavam renogociar a divida, aproveitar a boleia de outros país europeus! Acalmavam as medidas de austeridade, o que permitia voltar a algum crescimento, baixa de desemprego e claro isso significava baixa do defice por aumento das receitas! Sim defice é a diferença entre o que se ganha e o que se gasta!
Pode se aumentar dimiuir o defice poupando, mas também aumentando os ganhos os crescimento! Advinhem qual a melhor para o país e todos nós!
BURRA
Mais uma!

Portugal tem que negociar ou renegociar com a troika? Mas o quê? Que tem para oferecer em troca?

Vamos imaginar que pede mais um ano. E durante esse ano vive de quê.

Não vai aos mercados porque está sobre intervenção!

Não tem dinheiro para cumprir as obrigações!

Nesse ano vive do ar???!! Vai aparecer aí um mágico que descobre uns 40 mil milhões que será o que o país precisa num ano para se financiar?!!

Ou será que o governo vai dizer Dêem-nos mais um ano e 40 mil milhões mas nós não pagamos! É só para não termos mais sacrifícios!!!

Há gente muito burra! E eu neste ponto incluo Frasquilho, que não pensa no que seria e será de mau para o país estar mais um ano que seja sob intervenção externa, por muito que se tentasse adoçar a pílula!
Re: BURRA
Comentario simples e honesto
Einstein "Se fazemos a coisa sempre da mesma maneria, nao podemos esperar um resultado diferente".
Genial !!
Este governo nao tem ideias inovadoras para incentivar os cidadaos a serem responsaveis para o seu proprio futuro. Isto e...criar incentivos para a criacao de negocios, exportar produto o que leva a criacao de novo emprego.

Em qualquer outro pais "avancado"... este governo seria derubado. Mas para agravar a situacao ... a oposicao tambem nao tem ideias de inovacao ou paixao.
Oh! Águiadois.
E quem é que acredita na seriedade deste governo? Só você. Só você é que não vê que o tema Sócrates está demasiado esgotado. Só você é que acha que Pedro Passos Coelho foi controntado com a situação financeira do país, após a chegada ao Governo, como se ele a não soubesse antes. Só você é que tenta desculpar o indesculpável. Este Governo é INCOMPETENTE.
Pasme-se !!!
É de espantar tanta surpresa pelo rumo dos acontecimentos, como se não fosse verdade que este (ou qq outro) governo pode fazer os cortes que quiser e lhe apetecer que o MANSO do povo Portugues não reage !!!

O que me escandaliza não são os cortes, mas sim a continuada impunidade dos verdadeiros culpados da crise, aqueles que fizeram a despesa e que somos nós, os OTÁRIOS a pagar.

Já toda a gente sabe os numeros das PPPs, BPN, SCUTs, PONTEs, TGVs, Autoestradas, Freeport, etc... etc....
Outro exemplo mais recente: foi ventilado o nome do corrupto do Almirante que recebeu os milhoes pela compra dos Submarinos e que é que lhe aconteceu ? Ao abrigo de uma lei para repatriamento de capitais, limitou-se a trazer para cá o capital que tinha lá fora, pagando 5% ou quejando de imposto

É assim que vamos lá ? Com esta impunidade gritante ?

Há muito que estou disposto a pegar em armas para resolver a situação, mas sózinho não vou a lado nenhum ...

O cretino do Povo Português tem aquilo que merece. Como disse e muito bem o ex-Presidente Sampaio, Portugal é um Pais de "Chicos Espertos"

Só proponho uma alteração: Portugal não é Pais. Actualmente não passa de uma localização geográfica, porque para ser País pressupõe que hajam regras e no mínimo JUSTIÇA a funcionar ...

Fraca comentadora
Verifico com tristeza que a mudança de comentadora do jornal de economia de sexta feira foi negativa para o jornal.

Entre titulos sensionalistas, análise de informação errada do TC (visto que foram anulados os cortes que a comentadora já associa ao setor privado), diz que Portugal devia pedir mais tempo. Era extremamente negativo para Portugal pedir mais tempo apenas após um ano de Troika (e embora seja essa a provável vontade do governo).

Também diz que "As empresas vão ter que despedir pela situação internacional e pelo governo". As empresas estão a despedir porque se têm que ajustar à situação económica actual imposta pela Troika, ou seja, por aqueles que nos emprestaram o dinheiro e que portanto tem muito a dizer no que à governação diz respeito.
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