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Tiroteio em Loures

Governo considera situação "anormal" mas "gravíssima"

O secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, defende que o tiroteio em Loures teve uma reacção enérgica por parte das autoridades. (Veja o vídeo com as imagens exclusivas da SIC sobre o incidente dentro do texto)

9:34 Sábado, 12 de julho de 2008

O secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, qualificou como "uma situação anormal" mas "gravíssima" o tiroteio ocorrido ontem na Quinta da Fonte, no Concelho de Loures, e prometeu "reacção enérgica".

Rui Sá Gomes comentava ontem à noite na SIC Notícias as desordens com armas de fogo ocorridas na Quinta da Fonte que, pela segunda vez em 24 horas, envolveram grupos daquele bairro e levaram à detenção de dois indivíduos e à apreensão de várias armas.

"Não podemos dizer que seja o dia-a-dia deste ou de outros bairros. É uma situação anormal, gravíssima, grave, e que mereceu uma reacção enérgica. Teve uma reacção enérgica", vincou Sá Gomes.

Cinquenta indivíduos envolveram-se hoje num desacato com armas de fogo naquele bairro situado na Freguesia da Apelação, onde vivem 2.500 pessoas de várias etnias e que foi construído para acolher os desalojados pela construção dos acessos viários à EXPO 98.

Na quinta-feira, uma rixa de origem desconhecida entre dois grupos no mesmo Bairro causou nove feridos ligeiros e estragos em várias viaturas, de acordo com o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.

Manifestando "preocupação", o secretário de Estado da Administração Interna sustentou que os dois incidentes "não estão relacionados" e admitiu que o bairro é "problemático".

Por isso mesmo, lembrou na SIC Notícias, a P.S.P. tem um programa especial de policiamento para aquele bairro.

Para o local foram deslocados meios da Divisão Policial de Loures, que impuseram um perímetro de segurança no interior do Bairro.

Segundo Sá Gomes, a operação ainda não está terminada, prometendo para momento posterior o seu balanço.



Veja o vídeo exclusivo da SIC

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Infelizmente é mormal E gravíssima
Joao Cannpos (seguir utilizador), 1 ponto , 10:26 | Sábado, 12 de julho de 2008
Não me gozem. Estas situações são perfeitamente tipificada. Bairros ( ghettos ) sociais + africanos + ciganos. Não acabem já com isso que daqui uns tempos já é tarde
 
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    Re: Infelizmente é mormal E gravíssima    Ver comentário
VerdadePuraeDura (seguir utilizador), 1 ponto , 14:45 | Sábado, 12 de julho de 2008
    Re: Infelizmente é mormal E gravíssima    Ver comentário
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 22:39 | Domingo, 13 de julho de 2008
É para rir?
NMFernandes (seguir utilizador), 1 ponto , 12:35 | Sábado, 12 de julho de 2008
Mas que governantes são estes? O Nosso 1º não sabe que carros a energia alternativa não pagam Imposto. Agora vem este Sr. dizer que isto é anormal (matam policias na cova da moura, seguranças nas discos no porto, assaltos na praia em oeiras, carjacking, e velhotes no meio do Alentejo e é isto anormal? Só se for em Bagdad, que não tem praia, e carros para roubar). Este país é INSEGURO, já não só de noite, como de dia. Mas onde vivem estes Politicos? Querem enganar quem? Enganam quem? O Manel e a Maria que andam no monte a trabalhar desde o Nascer até ao Pôr do Sol? Não se preocupe Sr. 1º. isto é um país segurissimo, que nem o comissio do Sr. no Algarve foi atacado a tiro.
 
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    Re: É para rir?    Ver comentário
VerdadePuraeDura (seguir utilizador), 1 ponto , 14:35 | Sábado, 12 de julho de 2008
PONHAM A POLÍCIA NAS RUAS
tinente (seguir utilizador), 1 ponto , 18:44 | Sábado, 12 de julho de 2008
Desde quando os polícias metidos nas esquadras podem patrulhar as cidades. Já viram bairros populosos, com etnias variadas, que se entendem mal, não terem polícia de proximidade? A polícia é de Segurança pública e não de sergurança das esquadras. Devolvam os agentes às cidades, às ruas, às avenidas, aos bairros e verão que os resultados vão ser outros. Até dá a impressão que alguém está a beneficiar com a desordem pública!
 
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INTEGRAÇÃO À PORTUGUESA
jaimana (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Domingo, 13 de julho de 2008
Quando iniciamos a caça ao cigano, que é como quem diz, quando forçamos este povo nómada a fixar-se, roubando-lhes a liberdade de venda ambulante de feira em feira, local em local, tivemso de lhes arranjar uma solução "branca": casa e subsídios. Agora estamos a tentar acabar com a raça, ao fazermos esforço titânicos para os meter no ensino. Integrar é muito diferente de assimilar. Não vai há muitos anos, os ciganos dirimiam as suas diferenças, ao soco, ao tiro, à facada. Nós não sabiamos, porque eles paravam nos montes e vales deste país. Quando muito à entrada das cidades. Agora que lhes impusemos uma morada oficial, entram pela nossa sala de jantar adentro, qual sul do libano com uma guerra entre xiitas do Hezbolla e os militares do governo. Por outro lado, penso que só existe um arquitecto para estes bairros, porque eles são tudo menos locais para viverem pessoas em comunidade. Em portugal a construção social ou de rendimento controlado, apenas pode custar, no máximo, 350 € o metro. Por este valor, qualquer construtor sabe que a qualidade das casas é péssima, só se pode construir em altura e o espaço envolvente é uma aberração. Para cúmulo introduzem sempre uma variável de insegurança - uma estação de transportes. Pois é, num local que sirva de passagem a rostos estranhos a segurança é sempre menor, porque a criminalidade será grande. O sentimento de confiança entre vizinhos nunca se estabelece, porque o vizinho não é ninguém no meio de tanta gente, em vez de ser constante é variável. Por outro lado ainda, temos a imposição de uma comunidade africana, tendo no meio uns quantos indígenas - portugueses. É sabido que a nossa sociedade pensa, maioritariamente duas coisas: preto é igual a burro/perigoso/desleal/traficante, cigano é igual a traficante/vadio/sacasubsídios/perigoso/desleal. Ou seja, nós os brancos do continente, superiores, olhamos para o Outro, a partir desta permissa. Como querem que três comunidades destas se entendam num espaço sem qualidade, sem critério, a não ser o tudo ao monte e fé em Deus? Não pode dar coisa boa. A forma como estamos a lidar com isto é outra desgraça. Dizer que isto também acontece nos outros países? A mim só me vem à cabeça o Líbano, a Palestina. Já estamos perto. Então a polícia não sabe e os nosso governantes, que estão a ocorrer assaltos a cafés e restaurantes, em que o que é roubado é comida e de preferência já temperada? Isto não lhes diz nada? Acham que se tivermos fome e uma arma à mão, legal ou ilegal, mas de preferência ilegal, não a vamos usar para arranjar comida? Acham que vai ser possível as pessoas continuarem a sustentar a banca através das prestações cada vez mais leoninas? Não vai. E ou muito me engano e espero que sim, ou o que aconteceu neste bairro é apenas um sinal do aí vem. Porque num primeiro momento, antes de racionalizarmos quem é o inimigo, atacamos o diferente de nós que está mesmo lado da nossa porta, depois vamos olhando para cima e em cima, estão as instituições representadas por pessoas. Continuem a dizer que os tiros em Portimão foram brincadeira. Que em Loures é um incidente. Que na praia da Torre é outro incidente. Que as mortes no Porto e do empresário em Lisboa foram isso mesmo e depois desculpem-se com o mesmo de sempre - é a vida. E verão que não, só que será tarde de mais.
 
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    Re: INTEGRAÇÃO À PORTUGUESA    Ver comentário
anabcouteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 16:48 | Segunda feira, 14 de julho de 2008
    Re: INTEGRAÇÃO À PORTUGUESA    Ver comentário
jaimana (seguir utilizador), 1 ponto , 9:33 | Terça feira, 15 de julho de 2008
    Re: INTEGRAÇÃO À PORTUGUESA    Ver comentário
anabcouteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 12:31 | Sexta feira, 18 de julho de 2008
    Re: INTEGRAÇÃO À PORTUGUESA    Ver comentário
jaimana (seguir utilizador), 1 ponto , 13:22 | Sexta feira, 18 de julho de 2008
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