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Tiroteio em Loures

Governo condena desacatos

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, condenou o tiroteio de Loures e garantiu que os envolvidos vão ser responsabilizados. (Veja o vídeo com as imagens exclusivas da SIC sobre o incidente dentro do texto)

lusa
19:10 Sábado, 12 de julho de 2008
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, condenou hoje de forma "muito firme" os actos de violência, com troca de tiros, ocorridos sexta-feira na Quinta da Fonte, em Loures.

"Aos autores desses actos faço um aviso sério: tudo faremos para os identificar e levá-los à justiça. Nós não pactuamos com actos de violência", afirmou Rui Pereira, em Loures, no final da assinatura e um protocolo de integração social no bairro Quintas das Sapateiras.

O governante sublinhou, por outro lado, estar convicto que este caso não representa a população do concelho: "A maioria dos cidadãos daqui (Loures) gosta da paz e da segurança. Confio na população para as fazer prevalecer".

O ministro fez estas declarações no final de uma cerimónia de assinatura de um contrato programa para o desenvolvimento de um projecto de prevenção da delinquência juvenil no concelho de Loures levado a cabo pela associação Luís Pereira da Mota, uma instituição privada de solidariedade social.

Loures e Sintra vão receber contratos locais de segurança

O ministro da Administração Interna anunciou hoje que Loures e Sintra vão ser os primeiros concelhos da região de Lisboa a receber contratos locais de segurança, instrumento que prevê o reforço da segurança comunitária e policiamento de proximidade.

"Depois do Porto, Loures será o primeiro concelho na região de Lisboa a receber este contrato, que começará a funcionar em Outubro", indicou Rui Pereira, acrescentando que as urbanizações da Quinta da Fonte, Quinta do Mocho e das Urmeiras estarão contempladas em particular neste projecto de reforço de segurança.

Até Outubro, o ministro garantiu que o Corpo de Intervenção da PSP e o Grupo de Operações Especiais (GOE) "vão intervir sempre que for necessário".



Veja o vídeo exclusivo da SIC

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Imigrantes.
bilada (seguir utilizador), 1 ponto , 20:24 | Sábado, 12 de julho de 2008
Existe muita gente que devia pedir desculpas aos portugueses, deviam dar a cara, já que os apoiam é nestas alturas que deviam aparecer, mas não ficam escondidos ate que um dia a policia bata num deles ai aparecem logo os defensores a dizer que é racismo, que é isto e aquilo, um nojo de blá..blá, é isto que esta gente quer, colocar Portugal num País mais miseravel do que ja esta, começa a ser horrivel viver aqui, tenho raiva dessa gente que apoia este tipo de situações, gostaria de os olhar nos olhos para eles perceberem o ódio que eu lhes tenho...o meu País nunca foi nada disto, porque razão está a começar ser? para que querem cá esta gente desordeira? qual o interesse? a quem interessa isto? tanta despesa para nada...mudem as politicas porque esta gente não quer nada disto, não tentem alterar o viver das pessoas, deixem-nas como elas sempre viveram, é próprio delas e é assim que se sentem felizes. Não queiram ser bonzinhos isso fica mal em quem nunca foi bom para nada nem para ninguém, o Pais é pobre não pode aguentar estas despesas, o povo Portugues precisa desse dinheiro para outras coisas..
 
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Incrivelmente de acordo! Eu também condeno...
InnerSmile (seguir utilizador), 1 ponto , 22:03 | Sábado, 12 de julho de 2008
E, depois da 'excelente' intervenção do senhor ministro Rui Pereira, o senhor engenheiro pensava assim, de si para si:

"Com tanta segurança pessoal, como é que posso sequer imaginar que há falta de segurança lá fora?!"

E penso eu, lembrando a mais recente publicidade ao leite:

"O País, senhor engenheiro, o País. O meu País, muito diferente daquele que o senhor 'inventa' quando fala aos Portugueses."

Vivo em Setúbal. O jornal da cidade, o trissemanário "O Setubalense" aparecia com a notícia de um assalto na capa muito raramente. Nos últimos meses, todas as segundas, quartas e sextas-feiras há capa de assalto, às vezes mais que um no mesmo dia ou noite. Actualmente, numa aparentemente pacata capital de distrito (e sim. temos o Bairro da Bela Vista que sempre deu problemas, mas não a este ritmo), registam-se assaltos a lojas e pessoas em pleno dia, continua a roubar-se a coberto da noite, há carjacking (um estrangeirismo para "roubo de carro com pessoal lá dentro") ... A última loja Lidl (passe a publicidade) que abriu na cidade foi assaltada logo na semana da inauguração (caçadeiras em punho!). O malogrado Plus assaltado logo que passou a Pingo Doce (os supermercados estão na moda - a sua segurança privada é geralmente um polícia ou um vigilante; em nada semelhante ao aparato dos 'armários' contratados por um Jumbo ou um Continente). E não é publicidade, são mesmo nomes que pertencem ao dia a dia, da grande maioria de nós. Bombas de gasolina assaltadas em Setúbal? Vão a todas e aos arredores.

Para quem conheça a cidade posso explicar ainda melhor como vai o 'factor segurança' em Setúbal:

Ainda me lembro de como atravessava o largo dos Combatentes às 5 da manhã de um fim de semana, bem pelo meio da estrada; o carro que encontrava mais assiduamente era mesmo o do lixo. Há alguns anos para cá que não arrisco sequer subir a Avenida Rodrigues Manito, depois de anoitecer.

Para mim é esclarecedor o suficiente. Segurança? Têm os senhores que, 'governando-se', acham que governam Portugal!
 
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Porque será que quase toda a comunicação
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 22:23 | Sábado, 12 de julho de 2008
social dá tanto tempo e voz a Paulo Portas? É a manipulação que está em curso? para a nova alternância...
 
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Lamenta ... mas
donateresa (seguir utilizador), 1 ponto , 2:32 | Domingo, 13 de julho de 2008
Já houve de novo confusão ... e um cigano esperto levou atrás uma série de pessoas (onde incluem sempre crianças que usam para meter dó ...) e rebentaram as portas de casas novas onde se preparavam para se instalar ... para se refugiarem da Quinta da Fonte. E o esperto dizia " ... se não a Câmara tens que nos dar outras casas ou nos paga a estadia em algum lado !" ... Ehehehehehe ... Eu também me quero refugiar e se possível num hotel de 5 estrelas bem longe daqui ... desde que seja o Estado a pagar !
 
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Navegação de cabotagem, ou pelos astros?
Dannyboy1976 (seguir utilizador), 1 ponto , 5:07 | Domingo, 13 de julho de 2008
"Depois de casa roubada, trancas na porta!" Quando é que arranjamos políticos a sério que deixem de fazer navegação de cabotagem e comecem a prever estes acontecimentos antes de ocorrerem? No caso vertente, o Ministro Rui Pereira não tem grande responsabilidade: Ele só foi ocupar um lugar envenenado e uma cadeira aquecida por outro. Mas o mais terrível nesta situação é a imagem de desnorte absoluto, de falta de solidariedade do PM e da horrível ideia de que o país está em piloto automático, à boleia dos acontecimentos. Estas coisas não nascem de geração espontânea. Ignorar as suas causas é suicidário, é uma receita para mais e piores incidentes. Vamos chegar a um ponto em que a confiança no monopólio do exercício da força pública pelo Estado se verá substituída por mecanismos neo-feudais de "privatização" do território. Por outras palavras, o Estado de Direito vai "às urtigas" e a lei do mais forte medir-se-á pela posse do maior número de armas, pelas mais feias, pelas mais destrutivas...
Estes fenómenos não ocorrem de um dia para o outro...Lentamente, vai-se corroendo aquilo a que se chama o tecido do Estado. (Faz -me lembrar a queda de Roma; em surdina, lentamente...)
Espero bem que as nossas forças de informação e segurança estejam a acompanhar isto. Que os Institutos dedicados à política de defesa, criminologia e segurança pública estejam a estudar o fenómeno "au lieu" de andarem (somente) a financiar trabalhos académicos desligados da realidade e ocupados a promoverem conferências...Penso que não. Em todo caso, pelo que já vi noutras áreas "There is cause for concern."
De há uma década para cá, assistiu-se a uma proliferação de armas pela população civil. Urge saber as causas da chegada de tais armamentos e do generalizado acesso a elas. Origem, circuito,controlo e aprensão. Presumo que o problema, sendo preocupante, ainda não atingiu o patamar da irreversibilidade. Em função dos dados, municiar e proteger legal e materialmente os nossos agentes da autoridade, prestigiando-lhes a função, aumentando-lhe os subsídios de risco e adequando os seguros. Mas garantindo a articulação (gestão) de efectivos, não deixando largas zonas do território sem protecção policial e com os cidadãos entregues a si mesmos.
Por outro lado, seria ingénuo imputar o problema a uma só política. ( Ou só a uma comunidade...) Desde há 30 anos ( e digo 30 anos, porque houve uma oportunidade para começarmos a conceptualizar de início as diferentes políticas sectoriais) que se anda a construir um país em cima do joelho. Entregando o território a especuladores e removendo os indesejáveis para becos onde têm de se confrontar com o seu destino marcado e com o "outro." Constrói-se sem saber para quantas pessoas e aquilo que o território pode suportar em termos de urbanismo, de circulação e acesso às cidades, de uma adequada política de transportes. "Bollics, o que é preciso é ganhar dinheiro. E muito!" Se vissem a Suiça. Aí assim veriam o que é ganhar dinheiro a valer, com um urbanismo um pouco mais caro, mas com 3 ou 4 vezes o retorno da nosso urbanismo de vistas curtas.
Os resultados, em tempos de depressão, fora dos habituais mecanismos de fuga, como o futebol ou o crédito ao consumo, estão à vista...
Muitas vezes circulando pelas cidades dormitórios, para onde diferentes "políticas" de distribuição de rendimentos e de especulação nos centros de Lisboa e Porto, empurraram a classe média, pergunto-me: Caramba. Porque será que nós enquanto país, nem de nós temos pena? Há um elemento de base na construcção de uma comunidade que falha em toda a linha: A solidariedade dos cidadãos.
 
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Polícia ou tavez não!
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 9:03 | Domingo, 13 de julho de 2008
Num dos telejornais da Sic disseram que neste bairro, que é de realojamento de outras zonas, quase toda a gente recebe o famigerado RMG.
O que dá para concluir, que somos nós, pacatos cidadãos e contribuintes, que ainda lhes andamos a pagar as armas!
O Sr. Ministro que fez uma reforma total da Segurança Social, em que muitos dos contribuintes terão que fazer um seguro para compensar tudo o que lhe vão tirar, poderia ter ido buscar dinheiro a este RMG! Em nome de todos os contribuintes, gostaria de EXIGIR que o governo faça uma investigação séria (não mais um inquérito de gaveta) a quem é atribuído este subsídio!
O PS deverá meter a mão na consciência e fazer uma autocrítica pois este sentimento de proteccionismo é uma máscara de racismo.
O anti-racismo é considerar que todos somos iguais e o proteccionismo é uma forma encapuzada de racismo, mesmo que essa descriminação seja apelidada “de positiva”, não deixa de ser descriminação.
Os complexos da esquerda que poderiam ter alguma razão de ser no sec. IXX não terão essa mesma razão no sec. XXI.
Este não é um caso de polícia, nem de mais ou menos segurança, é essencialmente um caso a ser investigado pela Segurança Social.
 
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Mete nojo...
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 16:33 | Domingo, 13 de julho de 2008
Tanta preocupação do Governo...

Mas nada quanto a medidas de segurança e condiçoes de vida para as pessoas.
Já os tiros no pavilhão em Portimão o preocuparam.

Para a CS, que tambem mete nojo, só existe tempo de antena para o Paulinho das feiras, singularmente do partido menos votado da oposição.
 
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