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"Geração à rasca" dá lugar a "Fórum das Gerações"

O protesto da "Geração à rasca" tem desde o início da tarde no Facebook um novo espaço de debate, "Fórum das Gerações - 12/3 e o Futuro", ao qual já aderiram mais de três mil pessoas. Clique para visitar o dossiê Geração à Rasca
Lusa |
Fórum das gerações no Facebook

O protesto da "Geração à rasca", que reuniu cerca de 300 mil pessoas em todo o país, tem desde o início da tarde no Facebook um novo espaço de debate "Fórum das Gerações - 12/3 e o Futuro" ao qual já aderiram mais de três mil pessoas.  
 

Clique para aceder ao índice do dossiê Geração à Rasca
Depois da manifestação que levou para as ruas milhares de portugueses, a organização do protesto encerrou oficialmente o evento no Facebook às 15h30 e criou uma nova página permanente para debate de soluções para o país.   
 
Em pouco tempo, este novo espaço recebeu já dezenas de comentários.

Reunir as pessoas que participaram 


Em declarações à Lusa, Paula Gil, da organização do protesto, explicou que o fórum pretende reunir as pessoas que participaram ativamente, contribuindo assim "para uma democracia mais participativa".  
 
O objetivo do protesto de sábado, explicou, era esse mesmo, levar as pessoas a contribuir de uma forma positiva e ativa para a criação de soluções.

"Ficamos a espera que nos enviem soluções" 


Paralelamente, adiantou Paula Gil, a organização apela a todos os que não entregaram durante a manifestação do dia 12 a folha A4 com uma solução ou um conjunto de soluções para a resolução dos problemas do país, que o façam agora para o email geracaoarasca@gmail.com.  
 
"Ficamos a espera que nos enviem soluções que considerem positivas", disse.  

Demonstração da dimensão da precariedade em Portugal 


Relativamente ao protesto de sábado em várias cidades do país, Paula Gil explicou que superou todas as expetativas e que permitiu a consciencialização coletiva da dimensão da precariedade em Portugal.  
 
"Se calhar não havia uma consciencialização de que atingia tanta gente. Só pelo facto de percebermos que pelo menos metade da população ativa portuguesa está desempregada ou precária e que o problema afeta toda a gente já valeu a pena", frisou.  
 
O protesto "Geração à rasca", adiantou, demonstrou que este é um fenómeno transversal que afeta mães, pais, avós, filhos e netos. 


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Comentários 49 Comentar
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Gerações à rasca - isso foi no século passado
" ...fenómeno transversal que afeta mães, pais, avós, filhos e netos."
Se deu para perceberem que não existe nenhum problema específico de nenhuma geração já foi bom. Agora precisam entender que o que se passa não é um problema específico de Portugal (oxalá fosse) mas um problema de todo o mundo desenvolvido na sequência da globalização.
Estamos a pagar as consequências de um desenvolvimento exorbitado e insustentável baseado no neo-colonialismo e na falta de escrúpulos. Basta que o mundo desnvolvido também conhecido por OCDE permita (teve que permitir) um pouco de crescimento dos BRIC para ficarmos todos "à rasca".
A solução é simples: temos que ser mais competitivos o que significa que uma parte importante da nossa sociedade terá que reduzir os seus rendimentos e privilégios. Dito de outra maneira, teremos que nivelar por baixo e generalizar ainda mais a precaridade. Mais vale termos procura para a nossa força de trabalho do que direitos que não passam do papel. Também não podemos exigir que os empregos que estejam disponíveis na Alemanha, no Brasil ou na China (ou onde haja crescimento) venham ter connosco a Portugal a falar português. Somos todos cidadãos do mundo tal como tantas gerações anteriores à nossa, essas sim, gerações à rasca como aqueles que viveram nos bidonvilles de Paris ou morreram nas guerras coloniais.
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Re: Gerações à rasca - isso foi no século passado
Que bom !!*

Assim vão poder partilhar tudo com o Facebook da República !!

Já são amigos do Guia Espiritual ?!? Já riparam as regras de interpretação de discursos ?!?

Não esqueçam o botãozinho mais importante, é que hoje tinha 429 "gosto", o que convenhamos, não é sinónimo de que haja muita malta a gostar. Mas a maralha "à rasca" vai dar um jeito !!

* Texto sujeito a censura, não elaborado de acordo com as regras da Comunidade laranja.
Sócrates para a rua
Re: Sócrates para a rua
A moção do Louçã foi uma manobra de diversão
Re: A moção do Louçã foi uma manobra de diversão
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
Re: Que bom !!*
geracaoarasca@gmail.com
Caros amigos à rasca:

Venho por este meio apresentar-vos algumas ideias que talvez possam usar no futuro ou mesmo já.

Antes de passar à parte concreta, queria só dizer-vos que se os capitalistas não vos querem dar trabalho, criem vocês o vosso próprio emprego, como se faz nos EUA, e deixem de passar a vida a lamentarem-se porque ficam rápidamente todos brancos; olhem que o tempo passa depressa e é hora de tomarem uma decisão na vossa vida.

Hoje vou falar-vos na agricultura. Sim, é preciso pôr os nossos campos a produzir, para não comprarmos tudo o que comemos lá fora. Se não têm terra para cultivar, façam um manifesto a exigir terras. Em Espanha os jovens estão a repovoar o interior. Exijam ao governo que faça um banco de terras que estão desocupadas e que vocês podem trabalhar. Pagam aos donos uma renda durante 15 anos com o que vão ganhar da produção. Informem-se dos produtos que têm mais saída, aconselhem-se com peritos e avancem para estruturas organizativas que vos possibilitem ter tratores e outras alfaias em partilha ( Tractor Sharing ).

Está na hora de apresentarem propostas concretas em vez de só passearem nas avenidas aos gritos.

Se querem mais ideias digam, que eu cá estou para isso.
Re: geracaoarasca@gmail.com
Re: geracaoarasca@gmail.com
Re: geracaoarasca@gmail.com
Re: geracaoarasca@gmail.com
Re: Se querem mais ideias digam.
Re: geracaoarasca@gmail.com
Re: geracaoarasca@gmail.com
Re: geracaoarasca@gmail.com
"Geração à rasca" dá lugar a "Forum das gerações"

A SOCIEDADE É ASSIM:
O POBRE TRABALHA
O RICO EXPLORA-O
O SOLDADO DEFENDE OS DOIS
O CONTRIBUINTE PAGA PELOS TRÊS
O VAGABUNDO DESCANSA PELOS QUATRO
O BÊBADO BEBE PELOS CINCO
O BANQUEIRO "ESFOLA" OS SEIS
O ADVOGADO ENGANA OS SETE
O MÉDICO MATA OS OITO
O COVEIRO ENTERRA OS NOVE
O POLÍTICO VIVE DOS DEZ
Re: O POLÍTICO VIVE DOS DEZ
Re:
não somos PRECÁRIOS
somos PECÁRIOS
Somos as principais vítimas dos PEC 1,2,3,4...
Re: não somos PRECÁRIOS
Re: não somos PRECÁRIOS
Re: não somos PRECÁRIOS
Que fazer?

O diagnóstico está feito há muito e, salvo as hipocrisias, pouca volta há a dar. Ou seja, a ‘crise’ veio para ficar por longo tempo (anos?) e durante todo esse tempo (que venha o mais pintado!) há que apertar o cinto. Certas mordomias serão, tendencialmente, eliminadas, E tudo, mas mesmo tudo do lado do trabalho, será mais difícil.
Que venha a terreiro o ruralista de Boliqueime com umas balelas avulso só para justificar o ordenado já que na reforma não se mexe, que venha o Paulinho mais o seu chapéu de manif apelar demagogicamente pelos velhinhos, que venha ainda o líder de conveniência deste PPD requentado mandar uns bitaites sem qualquer sustentação ou convicção; o resultado final é TRETA! Como treta são as atoardas bombásticas quer do líder bloquista ou do seu parceiro pêcêpista, estranhamente irmanados (Ah o que dirão os patronos Trotsky e Stalin!) na luta economicista e avessos que baste à democracia pluralista.
E o Povo Pá?
  - O nosso Povo letrado, os nossos muitos filhos da ‘crise’ ( os desempregados e os mal pagos) os potenciais afilhados dessa ‘crise’ que vai perdurar, e todos aqueles que vêem o horizonte sombrio e a quem não lhes é permitida qualquer certeza, desorientados por todo o espectro político, convergiram na net, procurando uma saída.
E foi uma entrada de leão, o que fará com que muitos sabujos sigam na mira de arrecadar alguns réditos do sucesso.
E agora, como lidar com esta inesperada quimera que saiu na rifa? Como diria o outro ?QUE FAZER?
Re: Que fazer?
Re: Que fazer?
Re: Que fazer?
facebook = espaço de debate??!
Desde quando é que o facebook serve de espaço de debate? De mandar bitaites ainda vá que não vá...
Ao menos faziam a coisa como deve ser e abriam um fórum a sério, daqueles com os posts organizadinhos.

Por exemplo
www.forumeiros.com
www.forumvila.com
O estertor do "sobressalto cívico"

O abalo já se desencandeou. Não se sabe avaliar em que escala de valores ele se irá situar. Neste momento está ao ralenti, ainda a tomar forma. Os iluminados (donos da bola de cristal) ainda não estabeleceram prognósticos fiáveis da escalada avaçaladora e sua velocidade nas suas réplicas.

Mas os mais iluminados profetas oficiais das várias sensibilidades políticas com banca montada ao domingo à noite na capelinha, ou nos sábados de manhã em formato papel, ou ainda nas segundas à noite na outra capela maior, já começam a cantar com redobrado fervor as suas estrofes laudatórias como premonizando que o seu fim se aproxima.

Os seus discursos são de que depois de mim o Kaos; enquanto a orquestra sob a batuta do maestro vai tocando e os apelos se sucedem à calma e à robustez da carcaça do barco "com mais de 800 anos de história" enquanto ele não se afunda de todo sob a onda que no seu percurso imparável tudo arrastará.

Num derradeiro apelo o mesmo homem do leme já senil convidará os mais exaltados para que fiquem para jantar, enquanto a sua horda de gorilas os enxota, sob o grito de "Precários nos querem, rebeldes nos terão.

Então todos os passageiros já de tanga não exitarão em se jogar pela borda fora, esperando que a morte seja mais suave que tal sorte de viver sob uma morte lenta anunciada.

No entretanto um novo personagem FMI vestido de fraque negro prepara-se para vir cobrar as dívidas que terão que ser pagas com língua de palmo para os que cá ficarem.
O MEU PORTUGAL TEM UM POVO BOM.
O QUE NÃO PRESTA,SÃO OS POLÍTICOS.JÁ É TEMPO DE MUDARMOS,ETE TIPO DE GOVERNAÇÃO..ATÉ QUANDO A VERDADE..?CPTS KANTIFLAS GARIBALDI.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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