1 de Abril de 2015

Feliz Ano Novo cheio de irrealidades

Henrique Monteiro |
Ensinaram-me que a diferença entre um otimista e um pessimista está nisto: um pessimista é aquele que diz que tudo está tão mau que não pode estar pior. O otimista é aquele que diz que pode. Nesse sentido, sou um otimista: eu acho que isto poderia e pode estar pior do que está

Co-adopção: "se não ganzas, não és nice!"

Voltou à baila o tema da co-adopção. Não há assim tanto pano para mangas. É simples. O que não quer dizer que não seja complexo. E por ser uma questão "maior" exige tempo para estar não apenas informado, mas para se tomar posição esclarecida. Com ou sem referendo, "é preciso uma grande reflexão sobre a co-adopção", afirmou recentemente D. ...

Progresso, do verdadeiro

Ana Campos |
Aqui fica o meu quarto desejo de natal: progresso. Estamos numa fase em que o progresso não vem ter connosco com facilidade, em que a oferta é quase nula e a procura uma avalanche, em que as barreiras parecem viver connosco e as oportunidades não são mais do que miragens, em que o mais pequeno avanço é como se fosse uma dádiva divina. ...

Desabafos

Ana Cristina Leonardo (www.expresso.pt) |
A agenda de Mário Claúdio - O render das guardas

O render das guardas

Mário Cláudio (www.expresso.pt) |
A velocidade com que nos dias que correm se substituem as gerações, impelidas por um vento de mudança que as faz desaparecer no próprio instante do seu surgimento, aponta para um futuro de infixidez, no qual a missão com que descemos ao mundo se nos depara em adiamento permanente. No âmbito da chamada "criatividade", a das artes, da ...

Chega o que temos

Martim Avillez Figueiredo (www.expresso.pt) |
Os habitantes de uma das economias mais competitivas do mundo, Singapura, deram um recado ao governo: deixem-nos aproveitar o que temos. Um sinal para a Europa.

SOS Camilo

Rui Ramos (www.expresso.pt) |
A interpretação escolar da literatura vive da ideia do escritor como um crítico progressista da sua época. Camilo Castelo Branco presta-se mal a esse jogo. Não acreditava no passado, mas também não acreditava no progresso. Interessava-lhe o trágico e o ridículo. Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro ...
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