Um dia depois do 1º de Maio escrevo sobre o trabalho. O meu post de ontem, sobre o recente livro de José Milhazes, "Álvaro Cunhal no País dos Sovietes" (o próximo é lançado no dia 14, também pela editora Aletheia e, se Deus quiser, aqui comentarei) vinha com a imagem de um cartaz do tempo mais negro do estalinismo onde se lê: "Não batas com a ...
Dia do Livro, ontem. No rescaldo, hoje ponho António Lobo Antunes. Conheci-o numa conferência. Até então sabia: de dois livros; passagens de outros; muitas crónicas; de familiares; de prémios (mas nisto estou, em parte, com ele, o mais importante no prémio é o dinheiro); que se acha que devia ser Nobel. Convidaram-me para ir ouvi-lo. Uma ...
Poesia: não é quando um homem quer. Há dias no CCB, mais uma vez, foi dose forte. E que a maior sofisticação está na maior simplicidade, não é Sophia? Que o coração não é para adiar, sim António! Que a vida se vai comendo como os gomos de uma laranja, em metáfora, pois é Nuno! E que o amor... vou buscar os sonetos do William, ou não saio de ...
Francisco José Viegas afirmou ontem que o Governo se prepara para alterar o Acordo Ortográfico até 2015 e que cada português é livre para escrever como entender.
Encerrou a Godrej & Boyce, a última empresa fabricante de máquinas de escrever. Nascidas em 1867 e durante anos auxiliares preciosas, as velhinhas máquinas tornam-se agora uma "espécie" em extinção.
O Nobel da Literatura, único de língua portuguesa a ter essa distinção, definia-se como operário da escrita. Morreu, ontem, na sua casa de Lanzarote, aos 87 anos de idade, com projectos em mãos.