As prestações de crédito à habitação com revisão em fevereiro ainda vão continuar a cair, apesar do recente aumento das taxas Euribor que influencia o valor a pagar ao banco.
Cerca de 250 mil portugueses estarão dependentes de ansiolíticos ou de medicamentos para dormir e quatro em cada dez já tomaram algum destes remédios, pelo menos, uma vez na vida. Os dados foram apurados pela Deco num inquérito a mais de 12500 pessoas, com uma amostra representativa da população adulta portuguesa.
Associação de defesa dos consumidores recorda que taxas Euribor estão em mínimos históricos, pelo que "quando a situação normalizar elas vão subir e os spreads (muito elevados) lá estarão".
A Deco avaliou negativamente as práticas organizativas de mais de metade das empresas portuguesas cotadas em bolsa, sobretudo devido à disparidade de salários.
Desde ontem que as empresas fornecedoras de energia elétrica já podem voltar a disponibilizar contratos em regime bi-horário, depois de se ter posto termo a esta modalidade com a entrada no mercado liberalizado.
Associação de consumidores considera que a não aceitação de pagamentos com cartões de multibanco e de crédito em compras inferiores a 20 euros prejudica a segurança e comodidade dos clientes.