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Em carta ao seu dilecto Alberto de Oliveira, e na altura em que a relação entre ambos se aproximava da definitiva ruptura, escrevia António Nobre, "Quando chegará a hora de eu te ver harmónico e igual (sem pequenos com i) simples a valer (...)?" A gravidade do momento que o poeta então vivia, postulando a abstenção de toda a frivolidade, ...
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