2 de setembro de 2014

Que se lixem as eleições?

Paulo Barradas |
As previsões económicas são como as previsões políticas. Embora as primeiras sejam baseadas em elaborados modelos matemáticos e as segundas em modelos sociais, ambas possuem elevado nível de certeza nas suas previsões. A certeza que estão sempre erradas.

Afinal, somos todos Keynesianos!

Aurora Teixeira |
Em 2005 a  Human Events  pediu um painel de 15 especialistas conservadores e líderes de políticas públicas para a ajudar a compilar a lista dos dez livros mais nocivos dos séculos XIX e XX. Dada a hegemonia evidente da filosofia neoliberal (i.e., liberalismo económico) a partir dos anos 70 do século XX, O Manifesto Comunista, de Karl ...

Portugal 'Pythonesque': um país de 'desenvolvimento muito alto'

Aurora Teixeira |
Foi publicada esta semana, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mais uma edição do  Relatório do Desenvolvimento Human o. De acordo com o mesmo, Portugal figurava, em 2013, entre os países com um nível de 'desenvolvimento muito alto', alcançando um valor de 0.82 no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) (sendo 1 o valor ...

O desejo

Aurora Teixeira |
"Aqueles que reprimem o desejo assim o fazem porque o seu desejo é fraco o suficiente para ser reprimido" (William Blake, O Casamento do Céu e do Inferno)   Nos últimos dias a (baixa) natalidade em Portugal foi praticamente reduzida a uma questão meramente económica. Os casais não têm (mais) filhos pois estamos em crise, o desemprego ...

Política II

Isabel Moreira |
Escrevo no dia em que trabalhadores se unem numa greve lutando pelos seus direitos, pelos que já perderam e pelos que veem ameaçados, como a contratação coletiva. A greve tem lugar num tempo que escutou o primeiro-ministro afirmar que respeita mais quem trabalha do que os que recorrem à greve. A inesquecível frase do homem que preside ao ...

Sobre a sustentabilidade das dívidas soberanas

Aurora Teixeira |
Nos anos mais recentes temos assistido a uma elevada turbulência nos mercados das obrigações das dívidas soberanas (i.e., dívidas assumidas ou garantidas por uma entidade soberana, um Estado ou o seu banco central). Embora as experiências tenham diferido, a tendência dominante na última década foi o acentuado aumento das dívidas soberanas ...

Todos no mesmo barco

Alexandre Abreu |
A narrativa da austeridade como desígnio nacional assenta na ideia que todos temos sofrido em resultado da crise e do processo de ajustamento. Será que é realmente assim?

Nó górdio

Alexandre Abreu |
A crise da economia portuguesa não é uma só; são várias. E é necessário compreendê-lo para que possamos começar a sair da situação em que nos encontramos.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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