Cada país enfrenta as finais internacionais do Global Management Challenge de forma diferente. Fernão Cabral, líder da equipa angolana, conta como foi participar neste evento.
Participar numa final internacional do Global Management Challenge é uma experiência que não se esquece. Para o líder da equipa nacional que representou Portugal em Kiev, foi um momento de aprendizagem e onde se testaram estratégias.
Gerir uma empresa no Global Management Challenge não é tarefa fácil. Para a equipa de Juliana Oliveira, fixar o preço dos produtos foi a maior dificuldade encontrada neste processo.
Estratégia, motivação e decisão são os três níveis a que deve atuar um CEO no Global Management Challenge. Para melhor executar a sua função deve liderar pelo exemplo, delegar tarefas e ser claro e firme nas suas ações.
A Essilor Portugal acaba de integrar o painel de patrocinadores do Global Management Challenge. Para João Lima, diretor geral da empresa, esta competição organizada pelo Expresso e a SDG desenvolve competências de gestão em estudantes e quadros. Fomenta ainda uma maior aproximação entre o mundo académico e o empresarial.
Adélio Fernandes lidera a equipa Alumnigmc Críticos e na sua perspetiva aprende-se sempre algo de novo em cada participação no Global Management Challenge.
Filipe Gafaniz está a participar pela quarta vez no Global Management Challenge. Líder de uma equipa alumnigmc considera que delinear uma estratégia e mantê-la é importante para se ter sucesso na competição.
João Prudêncio liderou a formação portuguesa que disputou o título de campeão internacional do Global Management Challenge 2010. Conta na primeira pessoa como foi essa experiência.
Após várias vitórias internacionais no Global Management Challenge, a República Popular da China tem vindo a perder terreno para as equipas oriundas da Europa de Leste.
Os países da Europa de Leste são dos mais competitivos no Global Management Challenge. Tanto que nos últimos três anos os vencedores internacionais da competição vieram desta parte do mundo.