Depois de anulada a primeira condenação do ex-Presidente egípcio, considerado responsável pela morte de vários manifestantes, tribunal decretou a sua liberdade condicional. Acusações de corrupção, no entanto, vão mantê-lo em prisão.
Dois anos após o início da revolução, a agitação recomeçou. As estruturas do antigo regime continuam a sufocar o Egito. Leia na edição de março, já nas bancas.
As eleições legislativas no Egito vão desenvolver-se em três fases a partir de abril. O presidente egípcio, Mohamed Morsi, vai publicar entretanto um decreto com os detalhes do processo.
O ministro da Cultura, Mohamed Saber Arab, ter-se-á demitido depois de ter visto as imagens de um manifestante despido a ser agredido pela polícia diante do palácio presidencial do Cairo.
Tribunal penal do Egito decidiu hoje condenar os 21 acusados dos confrontos no estádio de Port Said, em fevereiro de 2012, num jogo que opôs Al Masry e Al Ahly. Após o anúncio, a violência instalou-se nas ruas. Pelo menos 22 pessoas morreram e mais 200 ficaram feridas.
Tribunal aceitou os recursos da defesa do ex-presidente egípcio, que alegava que a sentença, que o condenava a prisão perpétua, não se tinha apoiado em provas suficientes.
Os resultados parciais registam 63,9% dos votos a favor da nova Constituição egípcia. A oposição fala em fraude e diz que vai impugnar os resultados do referendo.