21 de abril de 2014 às 0:34
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G20 apoia uma Europa mais integrada

Declaração final da cimeira do G-20 revela o apoio aos planos da União Europeia para uma maior integração fiscal e bancária.
A cimeira do G20 acordou a adoção de medidas para promover o crescimento equilibrado em todo o mundo EPA/Diego Crespo A cimeira do G20 acordou a adoção de medidas para promover o crescimento equilibrado em todo o mundo

As 20 potências mais influentes do planeta concluíram na terça-feira a sua sétima cimeira com um claro apoio aos planos da União Europeia para enfrentar a crise com uma maior integração fiscal e bancária, segundo a Declaração Final.

"Apoiamos a intenção de considerar passos concretos no sentido de uma arquitetura financeira mais integrada", com uma nova união bancária europeia, que inclua um supervisor único, capacidade para liquidar e recapitalizar entidades e um único fundo de garantia de depósitos, refere o documento.

Na cimeira do G20 ficou ainda acordada a adoção de medidas para promover o crescimento equilibrado em todo o mundo, a dotação de mais recursos para o Fundo Monetário Internacional (450 mil milhões de euros) poder atuar em situações de crise e preservar a "estabilidade financeira global", o combate ao protecionismo comercial e iniciativas concretas em prol da segurança alimentar.

Na declaração final, as 20 potências mundiais afirmam que "neste momento de renovadas tensões nos mercados, os membros europeus adotaram todas as medidas
necessárias para salvaguardar a integridade e a estabilidade da região".

A próxima cimeira do G20 terá lugar em São Petersburgo, na Rússia, em junho de 2013, se a situação internacional não requerer uma reunião antecipada.

Comentários 2 Comentar
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750 mil milhões de euros,em Julho,na Europa!
para apagar o "fogo" dos problemas do cofre da Itália e ESpanha.
Crescimento,precisa-se como de pão à mesa!
O que é isso...
... de Europa mais integrada?

Integrar os cidadãos, dignificar o seu modo de vida
ou
retirar direitos contratuais, estabelecidos livremente entre as partes e deixar governos fugir às responsabilidades em nome de dividas por má governação e corrupção?

Qualquer governo tem que se responsabilizar pela herança do anterior. Qualquer que seja o compromisso.
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Em Portugal, a promulgação da lei laboral, dita da troika, mas dos partidos do governo e da UGT+CIP, vai proporcionar ao patronato 4,5 mil milhões de euros.

Se isto é integração, o meu penis é um apito.
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