25/05/2012 atualizado às 17:23
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Funcionários públicos com salários abaixo da inflação até 2013

O Governo anunciou que a subida dos salários da Função Pública será abaixo da inflação até 2013, seguindo o caminho da forte contenção salarial.

11:25 Segunda feira, 8 de março de 2010

Os funcionários públicos deverão ter aumentos salariais até 2013 abaixo da inflação, disse hoje o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. 
 
"Congelámos os salários este ano, e não podemos assumir o compromisso de alinhar o andamento dos salários com o andamento da inflação, vamos ter, de facto, que prosseguir o caminho da forte contenção salarial", disse o ministro, apresentando as linhas gerais da atualização do Programa de Estabilidade e Crescimento até 2013. 
 
"Os aumentos eventualmente a verificar estarão abaixo da inflação esperada durante este período", acrescentou o governante. 

Este artigo foi escrito ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico

 

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar, a partir de amanhã, o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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PARA QUANDO O DOS POLITICOS?
darkshot (seguir utilizador), 1 ponto , 21:32 | Segunda feira, 8 de março de 2010
Caro Sr. Ministro das Finanças, diga-me lá quando passa a ser um português, tal como eu e muitos outros, e passa também a pagar a crise? O senhor e os outros seus colegas de profissão, claro. Não quero que seja apenas o senhor a pagar, de forma alguma, gostava sim era que ajudasse a pagar porque afinal parece que também é português! Ou estarei equivocado? Está bem, pronto, eu sei que o PM é que manda, mas afinal quem mexe nas contas é o senhor, e quem tem o dever de alertar para os perigos de serem só os que já quase nada têem a pagar a crise é o senhor, não é? Então está à espera de quê? De um dia isto estoirar, porque irá estoirar, e de vir o 'falta de vergonha' dizer à comunicação social que a culpa não foi dele porque (o senhor) não o avisaram? Vamos lá homem, encha-se de coragem e vá lá para a frente da câmara dizer aos portugueses, alto e bom som 'EU TAMBÉM NÃO TEREI AUMENTOS, E OS RESTANTES POLITICOS TAMBÉM NÃO'.
 
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Proposta
Professor.com.muita. (seguir utilizador), 1 ponto , 1:30 | Terça feira, 9 de março de 2010
Proponho,

- Quando um cidadão mais chegado a cunhas tenha 2 ou 3 reformas, deve ser feito o seguinte:
-1- Na reforma que corresponde ao tempo inteiro de trabalho, deve receber normal como outro cidadão.
-2- Nas restantes reformas, tipo BANCO DE PORTUGAL, EMPRESAS PÚBLICAS, DEPUTADO,ETC, que seja conseguida de forma vergonhosa (chega a ser por 4 anos de trabalho na empresa) deve ser taxado a 80% (se conseguida com zero anos de trabalho e ir descontando aos 80% de acordo com os anos que trabalhou para a conseguir) por cada ano em sede de IRS.

Seria uma legislação não ad-hominem, postanto jurídicamente aceitável, e meteria alguma moral em pessoas como a M.Ferreira Leite e outras (muitas outras, é só fazer a lista) que tem 3 reformas, e passam o tempo na televisão a dizer que temos todos de apertar o cinto.

Teria a vantagem de essa malta a quem amigos nas ditas empresas os levaram para lá e lhes ofereram a reforma em 4 ou 5 anos de trabalho, não se ficarem a rir do resto da escumalha.

Gostaria de saber o que pensa o sr medina carreira disto (ao que me dizem amigos meus conhecedores, é o único catastrofista que fala na tv que não chulou escandalosamente os cofres do estado por esta via).
 
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