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Frente Comum pede adesão à greve geral

A Frente Comum acusou o Governo de querer retirar direitos aos trabalhadores e apelou à mobilização para a greve geral de 22 de março.  

Os sindicatos da Função Pública criticaram hoje as medidas do Governo, após duas horas de reunião com o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino.

A coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, acusou o Governo de querer retirar direitos aos trabalhadores da administração pública, apelando à mobilização para a greve geral convocada pela CGTP para 22 de março.

"O que foi apresentado pelo Governo em nada altera as preocupações do sindicato perante a intenção de equiparar as regras do sector privado às do sector público", disse Ana Avoila à TVI24.

Já o coordenador do FESAP, Jorge dos Santos, defendeu que não há condições para uma greve geral. A UGT já tinha afirmado que não iria aderir à paralisação.

Por outro lado, Bettencourt Picanço, do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, disse, também à TVI24 esperar que a mobilidade não signifique desemprego.

Mobilidade preocupa sindicatos


O Executivo quer rever o Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP), igualando a legislação laboral da função pública com a do sector privado.

É o regime de mobilidade geográfica, no entanto, que permitirá a transferência de funcionários públicos, que mais preocupa os sindicatos. 


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Greve é castigo aos trabalhadores.
Os sindicatos, que bem sabem que da greve não poder resultar qualquer benefício para os trabalhadores, não se coíbem de na mesma a convocar e assim castigar com a perda de salário quem por solidariedade a ela adere. O que lhes interessa é exibir números de adesão, esquecendo por completo a expressão numérica dos custos suportados e dos benefícios obtidos pelos aderentes.
"Quanto pior melhor" é a politica do PCP
Re: Greve é castigo aos trabalhadores.
Re: Greve é castigo aos trabalhadores.
Re: Greve é castigo aos trabalhadores.
Razões para uma Greve total e não geral...
Numa visita de dois dias ao nosso país, Norbert Lammert, presidente do parlamento alemão, foi recebido na AR pela sua homóloga portuguesa, Assunção Esteves, não se cansando de afirmar que "a Alemanha, que já se comporta como potência económica ocupante, está muito bem impressionada com o desempenho do governo" de traição PSD/CDS com o apoio tácito do PS (...) Quando Lammert afirma que “estamos impressionados… no que diz respeito a Portugal… por não só termos acordos e pactos negociados, como esses acordos estarem a ser implementados”, o que de facto está a aplaudir é uma política vende pátrias que rouba o trabalho e os salários dos trabalhadores para os entregar ao altar da “dívida”, o que ele está a aplaudir é o facto destes traidores do PSD e CDS, com o beneplácito de Seguro, estarem com grande afã a executar um programa de privatizações que permitam a transferência de activos e empresas públicas estratégicas, a preços de saldo, para as mãos de privados, sobretudo para as mãos de grandes grupos financeiros que, nos seus países de origem, têm vedado o acesso a tais activos e empresas.
Re: Razões para uma Greve total e não geral...
Endurecimento
O que se passa é que linha ortodoxa do PCP, mais conhecida por brigada do reumático, com figuras gradas como Domingos Abrantes e José Casanova, estão a impor a sua autoridade sobre gente menos "quadrada" entre eles o próprio Jerónimo, alguns parlamentares e gente mais nova. Ainda estão a limpar o que chamaram "desvio de direita" do tempo de Carvalhas. Correram com Carvalho da Silva, substituído por um "yesman", funcionário antigo e cumpridor e estão dispostos a esticar a corda das greves, tentando uma ruptura, que atemorize a troika e os faça suspender o empréstimo.
Sonham com o incumprimento, a falência e o caos, oportunidade para a criação da tal sociedade nova.
Pode parecer descabido a um pacato cidadão, mas estamos a lidar com fundamentalistas, com o mesmo grau de sectarismo dos talibans.

Vão falhar, claro, mas vão incomodar muita gente.........
Re: Endurecimento
Re: Endurecimento
Re: Endurecimento
Re: Endurecimento
Re: Endurecimento
SINDICALISMO= HIPOCRISIA E DEMAGOGIA BARATA
Quando os ventos de mudança sopram,
uns levantam barreiras,
outros constroem moinhos de vento!

Para os IRRESPONSÁVEIS SINDICAIS tudo vale pela manutenção das regalias, salários, prémios, etc.

A ver se desta vez só fazem mesmo greve os que pretendem realmente a fazer.

A ver se desta ves os IRRESPONSÁVEIS SINDICAIS não impedem ninguém de cumprir com as suas obrigações contratuais, prejudicando-o com a perda do dia de trabalho e mais dinheiro gasto na deslocação para o trabalho.

Assim se vê a IRRESPONSABILIDADE SINDICAL que apenas faz o jogo, de guerrilha, de alguns ILUMINADOS POLÍTICOS.

O que Portugal necessita é de gente a trabalhar e não de mais greves, pontes e feriados.

O trabalho só assusta os preguiçosos, principalmente os que vivem debaixo da alçada do Estado há mais de 37 anos.
Re: SINDICALISMO= HIPOCRISIA E DEMAGOGIA BARATA
Re: SINDICALISMO= HIPOCRISIA E DEMAGOGIA BARATA
Re: SINDICALISMO= HIPOCRISIA E DEMAGOGIA BARATA
Re: SINDICALISMO= HIPOCRISIA E DEMAGOGIA BARATA
Re: SINDICALISMO= HIPOCRISIA E DEMAGOGIA BARATA
O PCP vai partir a corda!
De greve em greve até à derrota final.Este PCP de Álvaro Barreirinhas Cunhal e seus herdeiros não aprendeu com a história passado e muito menos quer evoluir para a modernidade.Ficam sempre reféns da velha "ortodoxia" sovi~etica.Mas a maioria dos Portugueses que trabalham já não dançam com as cantilenas do Jerónimo,Arménio,Louçã e cpa.
Insurreição pacífica...
Os movimentos dos jornalistas estão rigorosamente controlados no Palácio da Cidadela de Cascais, onde decorre hoje uma conferência sobre fecundidade organizada pela Presidência da República no âmbito dos seus "Roteiros do Futuro".

Sendo o palácio oficialmente considerado como a residência de Verão do PR, o controlo de movimentos é semelhante ao que ocorre no Palácio de Belém. Mesmo para ir à casa de banho é preciso a companhia de um agente de segurança. Cavaco Silva entrou de manhã no perímetro da Cidadela e de lá não sairá até ao fim da conferência "Nascer em Portugal", marcado para as 18:45.

Cavaco Silva até agora não permitiu qualquer contato com jornalistas. Ontem cancelou à última hora uma deslocação a uma escola de Lisboa, a António Arroio, em cuja entrada se concentravam dezenas de estudantes manifestando-se contra problemas vários daquele estabelecimento de ensino. A Presidência limitou-se a alegar um "impedimento", sem mais pormenores.
Governo aumenta o capital do BPN em 600 milhões
E não vão para a cadeia. Hoje, durante o debate quinzenal, o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, perguntou ao primeiro-ministro - antes de se saber que a operação tinha sido efetuada dentro do prazo - se a operação de capitalização do BPN não iria acrescer ao défice do Estado para 2012, acusando o executivo de ser responsável por um "prejuízo suplementar" ao que foi tirado em subsídios de Natal aos funcionários públicos no ano passado.

Na resposta, Pedro Passos Coelho garantiu que a operação de capitalização está inscrita nas contas do Estado de 2011 e não de 2012 e que "teria que ser feita qualquer que fosse o resultado da reprivatização". O Governo teria de aumentar o capital do BPN até 15 de fevereiro para esta despesa ficar inscrita no Orçamento do Estado do ano passado.

Por outro lado, a fonte oficial do ministério tutelado por Vítor Gaspar disse ainda que "têm sido feitos progressos importantes para a conclusão do processo de venda [do banco] e que o montante em causa seria sempre necessário em qualquer cenário".

Hoje, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse também que o processo de venda do BPN ao Banco BIC depende da decisão da Direção Geral da Concorrência da Comissão Europeia.

!
Força kamaradas! Há dias meteram 300 mil kamaradas em 36 mil metros quadrados que é a área do Terreiro do Paço (Praça do Comércio). Vejam se conseguem lá meter da próxima vez 600 mil. Empilhados em cima uns dos outros talvez lá caibam. Sim kamaradas não há democratas como vós e quem não pensa da mesma maneira tem falta de inteligência ou é fascista.
Miséria e fome é o programa deste governo
Miséria e Fome acrescidos é o que representa para Portugal o programa deste governo de ír alem da troika , alem disso é inutil e ineficaz em termos de efeitos nos mercados.

http://goo.gl/tuLMN

Mas isso pouco importa a este governo e a este 1º ministro já que é o próprio a dizer :

"Este não é o programa da troika , é o nosso programa".

"É preciso cumprir este programa , custe o que custar".

"Os portugueses não devem ser piegas".

Ou seja , este programa que não é o da troika , mas sim deste governo , que nisso enganou e bem os portugueses , já que Passos disse para não aprovar o PEC4 que os portugueses já não aguentavam mais os sacrifícios , o que importa é ainda carregar mais na miseria e fome nas costas dos portugueses , índo rápido e em força , alem da troika.

Não importa que para isso e sem ganhos nenhums em termos economicos para o país , este programa coloque cada vez mais portugueses na fome e na miséria.

http://goo.gl/Vl36X

http://goo.gl/6Qtvk

O que importa e importou sempre foi o acesso ao pote e a partilha do mesmo , nomeadamente os despojos das privatizações pelos seus grandes apoiantes e com grandes interesses economicos e a distibuição de tachos por Catrogas e até ao sem número de putos da JSD que andam a bater milhares por mês como acessores deste governo nos variados ministérios.

A vergonha há muito foi perdida por Passos Coelho , vale tudo , o que importa é criar uma sociedade de senhores e escravos sendo eles claro os senhores
Rua com os extremistas ultra liberais...
Praça cheia para receber a solidariedade do bastonário da Ordem dos Advogados contra a reforma do mapa judiciário. Marinho e Pinto correspondeu aos apelos da população e aconselhou "os betinhos que estão no Governo a estudar a história do povo".

A manifestação foi convocada pouco depois de anunciada a reforma do mapa judiciário, e os trabalhadores do tribunal, com a ajuda do município, afadigaram-se na mobilização que levou até Castro Daire o bastonário da Ordem dos Advogados.

Recebido com aplausos e vivas, Marinho Pinto correspondeu aos apelos da população e engrossou a voz. "O povo do interior tem direito à Justiça e não pode aprovar uma reforma que é feita pelos betinhos e betinhas, de Lisboa, que estão no Governo e que estão a desrespeitar estas populações". Para o bastonário, a reforma, "feita por burocratas que não conhecem o interior do País, é de laboratório e está a levar o povo a protestar e a sair à luta na justa defesa dos seus interesses".

Sempre aplaudido e incentivado pelas mais de quatro centenas de pessoas que acorreram aos protestos, Marinho e Pinto avisou que "é preciso respeitar o povo e isso passa por realizar o programa com que os partidos se apresentam a eleições". Além disso, a reforma do mapa judiciário "não foi apresentada a votos.
Frente comum pede adesão à greve geral
A greve é uma arma que os trabalhadores possuem nas Democracias, mas que se pode virar contra eles se não for bem utilizada. Para ter efeitos é preciso que a mesma consiga uma adesão elevada dos trabalhadores. Deve interpretar a vontade da maioria dos trabalhadores, o que acontece quando as injustiças passam além do razoável. Não duvido que seja o caso actual, mas há outros factores a ter em consideração. Não se pode andar a marcar greves todos os dias. O óptimo é inimigo do bom e o excesso é inimigo do defeito.
A infeliz sindicalista:

"O que foi apresentado pelo Governo em nada altera as preocupações do sindicato perante a intenção de equiparar as regras do sector privado às do sector público"

Então o governo tem intenção de equiparar as regras do sector privado às do público (neste caso é mais ao contrário) e a Sr.ª sindicalista não gosta??
Porque será??
Re: A infeliz sindicalista:
Mas esta gente só pensa em greve?
Há por aí gente que vive no mundo da utopia, só pensam em regalias e direitos, esquecem-se dos deveres, mais grave ainda é o facto de esses direitos que usufruiam, serem em parte causadores da situação insustentável em que se encontra o estado social.
Com razão diz o ditado, "Não há maior cego do que aquele que não quer ver".
Elos mais Fracos
Qual o país da Europa que mais utilizou a "arma" da Greve Geral no último ano e quais os resultados?
Quem vai pelo mesmo caminho?
Mobilidade!
Nas empresas privadas, se um trabalhador é enviado de Lisboa pra Bragança ou vice versa, o patrão não lhe pergunta se ele gosta ou não. Trata-se simplesmente de trabalhar onde for necessário para a empresa. Nesse caso, os trabalhadores têm apenas direito a um subsídio de deslocação, dependendo as demais condições do contrato colectivo de trabalho.
Porque é que os senhores funcionários públicos devem ser tratados de forma diferente??
O patrão deles é o país. O local de trabalho é o país...
Se não querem, demitam-se que há milhares de jovens desempregados prontos para os substituir!
Re: Mobilidade!
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Edição Diária 17.Abr.2014

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